domingo, 17 de abril de 2011

Otelo falou da revolução



"Otelo esclareceu o sentido do “sound bite” retirado da entrevista que deu a semana passada à Lusa -- de que não faria a revolução se soubesse como o país iria ficar -- assegurando que não está “absolutamente nada arrependido” e de que tem “um orgulho enorme em ter sido um dos protagonistas dessa gloriosa giesta”.

2 comentários:

  1. Só em Portugal se perde tempo de antena com terroristas que mataram inocentes e deviam estar presos. Por isso estamos como estamos.

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  2. "O militar, nunca assumiu a criação das FP-25 nem a militância no grupo."
    Sei que ele foi condenado por pretenso autor das FP25 e, se foi autor, não concordo com a sus atitude irresponsável ou excessivamente idealista... Nunca se acomodou como aconteceu com alguns capitães de Abril... Todavia, creio que a palavra terrorista é demasiado forte. Mas não é por causa dele que estamos como estamos. Os verdadeiros "terrorista", andam encobertos. Os militares, como sabe, entregaram o poder aos políticos e, aparentemente, ao Povo. Só a eles se deve o estarmos como estamos. Quanto aos primeiros, sabe muito bem (porque inteligência não lhe falta) que a maioria não presta e curaram dos seus intereses à revelia dos interesses do País. Quanto aos segundos, o povo, também sabe o que Guerra Junqueiro pensava dele: "imbecilizado, burro de carga..."

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