sábado, 28 de junho de 2014

A hora das grandes decisões poderá ser feliz ou amarga...


 O título acima é uma alusão ao pensamento do escritor chileno Pablo Neruda.
Quase todos nós passamos por situações extraordinárias, e por vezes difíceis, em que temos de  decidir o rumo que queremos dar à nossa vida para que a mesma continue a fazer sentido. Aconteceu o mesmo com o laureado escritor que teve uma vida bastante agitada. É precisamente disso que ele fala quando disse:  

"Algum dia, em qualquer parte, em qualquer lugar, indefectivelmente, encontrar-te-ás a ti mesmo e essa, só essa, pode ser a mais feliz ou a mais amarga das tuas horas." - Pablo Neruda.

sexta-feira, 27 de junho de 2014

A Soberania do Estado

À excepção de um ou outro político, mandatário de interesses estrangeiros forçado pelas circunstâncias ou que faça, inconscientemente ou por ignorância,  o papel de um qualquer Miguel de Vasconcelos de má memória, nenhum português vê com bons olhos a perda de soberania de Portugal.
Hoje sabemos que temos uma soberania limitada e que quem manda no país, grosso modo, não são os portugueses. As razões são de caracter económico, mas também de carater político onde avulta a fraqueza da maioria dos nossos governantes que nunca tiveram capacidade para relançar Portugal na senda do futuro. Mas esta questão não é de hoje, como diz Sara Capelo no seu livro: Os estrangeiros que mandaram em Portugal.


"A questão da perda de soberania do Estado Português não é novidade. Desde o século XVI que Portugal esteve, por períodos mais ou menos longos, sob o domínio de outros Estados. Tudo começou com a batalha de Alcácer Quibir e o desaparecimento do Rei D. Sebastião, sem deixar herdeiro ao trono, que abriu caminho à subida de Filipe II de Espanha ao trono em Portugal. Foi o primeiro estrangeiro a mandar no nosso país. E a ele outros se seguiram. Até meados do século XIX contam-se mais seis, entre espanhóis, franceses e ingleses. Nenhum foi particularmente bom gestor e os interess es pessoais e do reino que representavam falaram sempre mais alto do que os dos portugueses. O povo viu sempre com desconfiança a presença destes forasteiros. Desconfiança que atravessou os séculos e se fez sentir nas décadas de 70 e 80 do século passado (aquando das intervenções do FMI em Portugal) e se faz sentir hoje face à troika, nomeadamente em relação a Christine Lagarde ou Ângela Merkel, enquanto representantes de instituições e outros Estados."

Com o olhar atento e cauteloso do Reino Unido, grande parte da Europa está sob a hegemonia alemã, não pela guerra mas pela via económica, com o nome de União Europeia, para o bem ou para o mal. E os países mais pequenos, destinados a serem degraus de um projecto ambíguo e quiçá perigoso, estão cada vez menos unidos, menos independentes, mais pobres e desconfiados. É que eles sabem pela amarga experiência do passado que o poder não recua e que a história pode repetir-se mais uma vez.



terça-feira, 10 de junho de 2014

...os ABUTRES" cumprirão!

Parece que os corvos se foram embora, mas ficam atentos...



...os "ABUTRES" cumprirão!

Uma clara alusão à troika, na página principal da Revista da Asmir, e àqueles que nos irão sugar até ao tutano, definidos por abutres (políticos) animais necrófagos, que se alimentam de carne em decomposição. Piores de que os vampiros de Zeca Afonso que gostavam de sangue fresco....

NOTA - Definição de abutre, entre outras:
. - Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

  -Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

  -Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].



domingo, 8 de junho de 2014

Os "artistas" que nos governam...




Era com homens sábios deste quilate que deviam aprender os "artistas" de menor idade que nos governam há demasiado tempo...

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