terça-feira, 18 de abril de 2017

Para variar, umas dicas para se manter jovem




"A ocitocina, conhecida como “hormônio do amor”, também é capaz de criar sensações reconfortantes durante interacções sociais e físicas. Associada com afectos sociais e românticos, a ocitocina aumenta a libido e é conhecida por criar laços sociais, familiares e afectivos. É este hormônio que faz você se apaixonar por alguém. Não só paixão sexual, mas também amor fraternal, entre amigos. Quando conhecemos alguém, esta pessoa terá a capacidade de induzir a liberação de muita ou pouca oxitocina em você. Quanto maior for esta indução, mais você se apegará a ela e mais você se lembrará dela… É a famosa empatia, que ocorre entre certas pessoas. Pessoas com mais oxitocina circulante são mais apaixonantes e em geral mais carismáticas..."
Ver mais aqui.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Convívio de ex-militares Artilheiros


 Convívio de ex-militares da C.Artª.87-Angola 1961/63

No dia 27 de Maio próximo (sábado) vai realizar-se mais um convívio na Figueira da Foz do pessoal remanescente da C.Artª. 87 que teve como unidade mobilizadora o extinto RAP 3.
Os interessados no convívio podem contactar-me com mensagem através deste blogue, em privado pelo face (https://www.facebook.com/jose.fadigas.da.silva) ou por qualquer outro meio que entenderem por conveniente.
Sejam bem-vindos.

segunda-feira, 3 de abril de 2017

Salvar a malta? Não. O que importa é salvar a Banca...



"Apoio do Estado à Banca quase 13 mil milhões nos últimos seis anos é obra e ainda não estão incluídos os custos da Novo Banco e da Caixa Geral de Depósitos."
Inédito na Europa: um Estado especialista a salvar bancos e banqueiros e a enterrar o País e o povo com dívidas e impostos. É pena a Islândia estar tão longe...

Pós-texto:
Só nos últimos seis anos e nem se fala do BPN (a maior burla de sempre do tempo do cavaquistão) pois só essa ultrapassou aquele montante.

quarta-feira, 15 de março de 2017

Operação Marquês


 Os interesses são muitos e muito bem urdidos e defendidos pela "oligarquia" reinante em que os lóbis do poder, os aventalados, os corruptos, ladrões e certos advogados que põem entraves à justiça, e outros tais com rabos de palha que sustentam a pirâmide da corrupção, só têm a perder se a verdade vier ao de cima. Quem disse que só a verdade é revolucionária? Pois é, mas o problema é que os revolucionários morreram à beira da praia e os vigaristas e sem vergonha é que pontificam neste País à beira-mar plantado...

sábado, 4 de março de 2017

Homenagem singela por Fidelidade




 Diploma de Fidelidade por ter completado 40 anos de sócio da Liga dos Combatentes que me foi concedido a mim e a outros ex-militares pelo núcleo da Figueira da Foz, em cerimónia efectuada para o efeito no pretérito dia 10 de Fevereiro.
Lembrança pessoal com inscrição alusiva às três Campanhas que fiz em África por imposição, onde pode ler-se: Angola, 1961-63;1964-66; 1967-69.

Ao fazer este pequeno apontamento não me move qualquer saudosismo, mas tão só a honra do dever cumprido com o meu País numa altura muito difícil em que foi necessário pegar em armas para salvar a vida e bens dos nossos compatriotas de além-mar. A maioria dos portugueses, nomeadamente os mais jovens, sofreram com uma guerra injusta que nos foi imposta, não tanto pelos nossos irmãos de cor, mas mais por interesses alheios, que a título da emancipação dos povos (conceito aliás correcto) cobiçavam sim as suas riquezas, como de resto está provado. A guerra colonial acabou em 1974 e ainda bem por isso. Certamente demasiado tarde, porque o Governo de então foi incapaz de encontrar uma solução política atempadamente, mas uma coisa é certa: no caso concreto de Angola, tanto quanto eu sei, se o Exército não interviera de imediato como o fez, o genocídio e a barbaridade contra os colonos e os negros seus amigos, teriam sido bem piores.

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segunda-feira, 20 de fevereiro de 2017

Mulheres de Tavarede



Inauguração da Sede das Mulheres de Tavarede, ontem pelas 17H00.

Uma casa repleta de gente para dar apoio a um conjunto de Senhoras de boa cepa que auto se denominaram de Mulheres de Tavarede, sem pretensões de protagonismo e com o objectivo de honrar e fazer bem à sua terra inspiradas no sentimentos nobres do povo genuíno. Há bastante tempo que a sua intervenção vai, desde a música, teatro de rua, ranchos folclóricos e outras acções, onde pontificam os almoços/convívio cujo apuro reverte a favor dos mais necessitados.
Não faltou um bom menu à disposição dos alegres e bem dispostos convivas, para comemorar o evento.
Creio que estamos em presença do um Grupo de Mulheres, sui generis no Concelho, cujo mérito e dinamismo são dignos de registo!
Bem hajam por isso e que continuem com o seu trabalho a fazerem mais felizes as gentes de Tavarede.
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