quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

"Ano Novo, Vida Nova!"

Que a esperança de um Mundo melhor continue no espírito e nas obras dos Homens de Boa Vontade

UM BOM ANO DE 2010

quarta-feira, 30 de dezembro de 2009

Que fazer com tanta riqueza?

Segundo a revista Visão desta semana, (19 de Dezembro *) o Produto Interno Bruto do planeta duplicou na década que agora, jornalisticamente, termina. Esta duplicação teria permitido qualquer um dos seguintes resultados:

1ª hipótese: duplicar em termos médios o rendimento dos habitantes do planeta, o que poderia ter sido feito:
a) na mesma percentagem para todos, mantendo o nível de desigualdade;
b) em percentagem maior para os mais pobres, diminuindo a desigualdade;
c) ou em percentagem maior para os mais ricos, aumentando a desigualdade.

2ª hipótese: diminuir para metade, também em termos médios, o tempo de trabalho dos habitantes do planeta
a) diminuindo os horários semanais,
b) alargando os períodos de férias,
c) baixando a idade de reforma
d) e/ou aumentando o desemprego.

O que aconteceu na realidade não tem a ver com nenhuma inevitabilidade histórica ou demográfica nem com o funcionamento "normal" do mercado: foi um facto puramente político, isto é, teve tudo a ver com relações de força.

A história do "primeiro produzir, depois distribuir" é, como a última década provou, uma treta. Na próxima década o PIB do planeta pode duplicar de novo, ou triplicar, ou até decuplicar: se as relações de força não se alterarem, nada disto resultará em qualquer diminuição nas desigualdades ou em aumento dos salários, alargamento dos tempos livres ou melhoria da segurança no emprego.

Pelo contrário: os economistas do regime, as estrelas do empresariado e e os comentadores encartados têm saturado os media com os mesmos avisos que já faziam há dez anos, e há vinte: é preciso moderar, ou até diminuir, os salários; é preciso e inevitável aumentar a idade de reforma e o tempo de trabalho semanal; é preciso e inevitável "flexibilizar" - ou seja, precarizar ainda mais - o emprego; é preciso e inevitável diminuir as prestações sociais e dificultar-lhes o acesso; é preciso e inevitável competir sem quaisquer barreiras com os países onde se fuzilam sindicalistas, como se esta competição alguma vez pudesse ser igual ou justa.

É preciso que na próxima década as relações de forças se alterem: é espantoso ver como as "inevitabilidades" se dissipam sempre que isto acontece. E não vão ser os partidos ditos socialistas, trabalhistas ou social-democratas que o farão a partir de cima: temos que ser nós, a partir de baixo. We, the People, como se escreve na Declaração de Independência Norte-Americana. O Povo Soberano: trabalhadores, consumidores, contribuintes, eleitores.

E para começar, podemos apoiar a greve dos funcionários dos hipermercados no próximo dia 24. O que está em causa nesta greve é muito simples: os patrões querem testar a eficácia do celerado Código de Trabalho que um sempre obediente Parlamento lhes ofereceu; os trabalhadores querem ter a liberdade de gerir as suas próprias vidas.

É possível que esta greve não tenha grande adesão: a relação de força não é favorável aos grevistas e muita gente, sem dúvida, irá trabalhar contrariada.

Mas contra os consumidores não têm os empresários qualquer poder de retaliação. Boicotemos os hipermercados e as cadeias de supermercados no dia 24. Se não nos for possível fazer as nossas compras noutro dia, façamo-las no comércio tradicional.

O pequeno comércio pode ajudar nesta luta. Para os patrões, será vantajoso manter os estabelecimentos abertos tanto tempo quanto possível. Para os empregados, trabalhar 12 ou 14 horas neste dia poderá ser tão vantajoso como não as trabalhar para os seus colegas das grandes superfícies; para os consumidores, serão desvantajosos os preços, mas vantajosa a variedade dos produtos disponíveis (numa mercearia fina da Baixa podemos comprar coisas que não há em nenhum hipermercado).

Não é preciso ser de esquerda, e muito menos de extrema-esquerda, para cumprir este dever cívico: basta saber um pouco de aritmética elementar, ter um mínimo de vocação para a liberdade e conservar um resquício de humanidade no coração. E não estar disposto a ser, daqui a dez anos, mais pobre num mundo mais rico.
* - o itálico é meu.
(Do blogue "As minhas leituras" com a devida vénia)

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Para ler e meditar

O sistema judicial Não se consegue ajustar à intensa mediatização de alguns dos seus processos, sobretudo quando os seus protagonistas estão pousados em cargos eminentes.

O ‘Face Oculta’ foi um dos temas de 2009. Provavelmente também o será de 2010. O ‘Face Oculta’ é o caso que revela a identidade genética do regime em todo o esplendor das criaturas que este gerou. Descortinam-se ali muitos dos problemas que a democracia nunca resolveu e que até conseguiu agravar: à cabeça, está o funcionamento da Justiça. - Ler aqui

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

"Orçamento Municipal da Figueira aprovado"


O orçamento da Câmara Municipal para o ano de 2010, foi aprovado com a abstenção do PSD, numa atitude responsável, (3 votos) e dois votos contra (mau perder) do movimento 100%.

"Em termos globais, o orçamento para 2010 quando comparado com a previsão inicial do orçamento do ano passado apresenta uma redução de 10%, o que se traduz em menos 7 milhões de euros (75 ME de 2009 para 68 Me em 2010). Quando comparado com o orçamento de 2009 nas alterações que foi tendo ao longo do ano, a redução é de 12 milhões de euros, 15,2% mais baixo (80,3 ME para 68ME)."- Ver aqui.

É claro que vão haver cortes em várias rubricas, nomeadamente no apoio às Sociedades de Instrução e Teatro, Filarmónicas e Grupos Folcróricos do Concelho como já foi anunciado pelo vereador do pelouro da cultura. Disso nos deu conta o blogue "Tavarede terra dos meus avós" que teceu algumas considerações sobre o assunto, aqui.
Esperamos que tal propósito seja revisto por quem de direito, para bem da manutenção das colectividades, algumas das quais, sem o apoio da autarquia, terão que encerrar portas por falta de meios próprios, pese embora o trabalho, a todos os títulos meritório, que desenvolvem a favor da cultura e das mais diversas actividades lúdicas, cujos principais destinatários são em primeiro lugar, as populações das respectivas freguesias e, muitas vezes, outros povos e outras terras, em actuações extramuros, que só têm dignificado a Figueira!

"Amar Portugal"


Nesta época de Natal usa-se e abusa-se da comida. A consoada faz a alegria das crianças, por causa dos brinquedos e da mais variadas guloseimas e é motivo, para os adultos, satisfazerem os seus gostos e exageros pantagruélicos e, quiçá, a sua gula, aonde não faltam as rabanadas, as filhoses, o peru, o bolo rei, o tradicional bacalhau e os vinhos servidos e bebidos generosamente. Por algum motivo no livro, "10 razões para amar Portugal," se diz:

"Fazemos do amor à comida uma história de amor aos outros. A cozinheira alentejana, capaz de fazer maravilhas com quase nada, pão, trocinhos de abóbora e uma miríade de cheiros bravios da ribeira, é um monumento à generosidade que dá fama à gastronomia dos portugueses.
Quem conhece a comida dos ganhões, sabe do que estou a falar. Como sabe quem já provou um caldo de couves, temperado por uma rodela de chouriça que é repartida pelos comensais, no fim da refeição, se outro conduto não houver.
Comer em Portugal é partilhar. Por alguma razão uma das expressões (e mais adoráveis) ouvidas em relação à paparoca, é o popular, onde comem dois, comem três, só ultrapassado em ternura pelos seus sucedâneos, onde comem quatro, comem cinco, onde comem seis, comem sete, etc.
Os comes e bebes, entre nós, são generosos no dar e no receber. Qualquer zurrapa passa a pomada se for servida pelo produtor; qualquer S. Martinho se alegra com água- pé, oferecida clandestinamente com todo o gosto. A comida é, resumindo, uma enorme razão para amar Portugal. Não só sabe bem e dá saúde, como levanta o moral das tropas e aquece estômagos e egos, à uma. No comer e no beber, somos mesmo do melhor que há."

Os saldos da Vida

Começou hoje oficialmente a época dos saldos e há quem corra para as lojas e centros comerciais para adquirir o que não lhe foi possível comprar antes do dia de Natal.
Talvez seja também a altura de fazermos um balanço do que fizemos ou deixámos de fazer durante o ano que ora finda. Sim, porque muitas vezes falhamos por omissão. Não é só ajudar o próximo, materialmente, naquilo que nos é solicitado, mas também naquilo que os nossos sentimentos, como humanos e cristãos, entendam que deve ser feito, ajudando os menos favorecidos da sorte. Mas, muitas vezes neste corre corre do dia a dia, cada vez mais stressante num país em crise, olhamos e não vimos, ouvimos e não percebemos ou fingimos não perceber as dificuldades dos outros e, entramos em contradição, com o que professamos (cristãos ou ateus) e o que na realidade fazemos. Os incréus ou os que procedem como tal, porque ignoram a religião cristã ou qualquer outra, não dando ajudas à sociedade ou à paróquia onde estão inseridos, apesar de saberem muito bem, neste último caso, que, na hora do seu passamento, na maioria das vezes, alguém os levará para a igreja para as cerimónias e despedidas de circunstância, ultimando a derradeira viagem. Os crentes porque na sua vida prática, muitas vezes, esquecem a máxima cristã: amai-vos uns aos outros.
Na hora do balanço há que fazer uma auto retrospectiva crítica das nossas acções. Só melhorando procedimentos, com uma nova atitude perante a vida, conseguiremos um mundo melhor, mais humano, não esquecendo, sobretudo, que, só com os nossos deveres de solidariedade, intervenção e cidadania, conseguiremos enfrentar as sérias dificuldades que se avizinham para o próximo ano da graça de 2010. Todos, mas mesmo todos, começando por governantes que devem pôr de parte questões marginais e sanear os costumes, temos de fazer um sacrifício acrescido para a prossecução do objectivo que se entende e se quer comum: tirar o País da crise em que se encontra, por forma a reencontrarmos uma nova vida digna de ser vivida e o orgulho de ser Português!

quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Bom Natal e Feliz Ano Novo


Estamos em plena época de Natal e no dealbar do novo ano de 2010.
Nesta época de consumismo esquece-se muitas vezes o fundamental a começar por governantes e acabando no cidadão comum. Aqueles porque se preocupam demasiado em legislar à pressa , para impor direitos iguais a grupos e pessoas que são diferentes, cada vez mais embriagados com o seu comportamento específico e desviante, contrários à moral vigente do povo português. O cidadão comum porque não se apercebe ou apercebe-se mal da teia em que está a ser envolvido. Para os primeiros dias do ano já está agendada a discussão da" lei do vinho a martelo, na adega do Parlamento", para gáudio dos "fufas" que irão certamente salvar dos descalabro este país dos nossos egrégios avós, conhecidos que são os seus antecedentes. O evento vai ser, certamente, comemorado com um repasto etílico/amoroso a preceito!...
O orçamento também vai ser discutido nos próximos dias e tem sido motivo das mais acesas discussões entre o governo e a oposição, dado que a chantagem da ingovernabilidade tem sido agitada como substituto à antiga maioria parlamentar. Mas há quem garanta que "há mais vida para lá do orçamento". Mas haverá mesmo?
A maioria dos portugueses sente que o seu orçamento familiar tem cada vez menos vida, ou seja, tem uma vida cada vez mais desgraçada, porque o dinheiro é cada vez menos para fazer face à necessidades mais elementares! Apesar disto a esperança renova-se, pese embora num ciclo deprimente e repetitivo, no fim e no princípio de cada ano, como é apanágio deste povo, besta de carga e macambúzio (como diria Guerra Junqueiro), incapaz de dar um par de coices nos culpados "desta apagada e vil tristeza"!
Apesar deste fado e talvez mesmo por causa dele e fazendo jus às tradições portuguesas, não posso deixar de desejar a todos os que me lêem e a todos os meus concidadãos, os meus sinceros votos de um BOM NATAL e FELIZ ANO NOVO!

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

"Casamento ou ajuntamento?"- Opinião



Após a presumível regulamentação do chamado,erradamente, casamento (deveria chamar-se antes, ajuntamento ou homossexuamento) entre gays e lésbicas, os casais normais vão ter deveres e preocupações acrescidas, tais como:
-dar continuidade aos nascimentos para perpetuar a Nação e, no sentido mais lato, a espécie humana;
-defender a Pátria incorporados num exército que se pretende digno, onde não é permitido, até ver, o alistamento de gays.
Assim esta comunidade gay, apoiada por fortes lobbies bem instalados, acabará por ficar com mais direitos que os cidadãos comuns, honrados e cumpridores da moral herdada dos seus avós!...
Se, por desventura, a moda pega a nível planetário,o que faz pressupor a degeneração e a imoralidade generalizadas e, consequentemente, o sentido de sobrevivência, tem que ser legislada, pese embora alguns ciúmes privados, a relação obrigatória dos fufas, com o sexo oposto, para a humanidade não se extinguir o que talvez seja o seu destino numa antevisão apocalíptica, mas não menos real. Assim se confirmará o provérbio que o homem será o autor da sua própria destruição, dado que está a contrariar as leis da natureza, e a missão nobre que deve ter no mundo, aos contrário do que pensam os gays que julgam que nasceram com o destino, ou de praticar o sexo de maneira perversa, ou com o objectivo supremo de gozar entre eles de forma aberrante, numa prática conhecida, desde tempos imemoriais, por sodomia!
Não se pretende marginalizar grupos, nem pessoas, com comportamento específico, mas tudo o que, juridicamente, exceder os interesses materiais das uniões de facto dos mesmos, será um passo em falso que levará, inevitavelmente, à adopção de crianças propósito, aliás, que a maioria dos homossexuais não esconde!...

domingo, 20 de dezembro de 2009

Não há homens

No meio da barafunda e da irresponsabilidade em que o país caiu - quem se lembra à beira da falência de
ocupar o Parlamento com o casamento homossexual?
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E porquê? Por que razão não há homens? Porque, tanto no PS como no PSD, e até, ocasionalmente, no próprio CDS, a oposição à ditadura (clandestina, aberta ou "colaborante") os criara. A maioria dos deputados de 1975, de 76, de 79, de 80, chegou a São Bento por convicção, com sacrifício, com risco (principalmente, em 75) e, ponto importante, com uma carreira respeitável. Poucos vieram por oportunismo. Quase nenhum para se promover, para ganhar influência, para entrar nos "negócios", para arrranjar um emprego. As coisas mudaram quando a política se profissionalizou e o interesse geral foi subordinado ao interesse particular do partido e, dentro do partido, ao de cada indivíduo. O país que se lixe. A obsessão da Assembleia (e do Governo) é meramente táctica: o voto, a vantagem imediata, o efeito na televisão ou na imprensa. É uma obsessão estéril e torpe. Não, de facto, não há homens.
(Sem comentários)
Ver aqui in Público - Vasco Pulido Valente

sábado, 19 de dezembro de 2009

"Arte em estado líquido"

No Dubai o que se faz, faz-se em grande...e, ao que parece, a crise, lá, também não vai ser pequena. Um modelo económico a ruir, sob um brilho enganador?!...
"Esta é a maior fonte luminosa dançante do mundo, contendo um total de
um milhão e quinhentas mil luzes meticulosamente sincronizadas com
música.

Os jactos ultrapassam os 500 metros de altura projectando mais de
80.000 litros de água em cada exibição. (Desde as 6h da manhã estas
exibições podem ser vistas com intervalos de 20 minutos).

Trata-se de um projecto da Wet Design que também concebeu as fontes
luminosas do Parque das Nações em Lisboa. "
(Ligar o som)

quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"Freitas do Amaral e o orçamento"- Opinião


O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, disse hoje que Portugal está numa situação difícil de governação, mas não de "ingovernabilidade" e que o grande teste à estabilidade política vai surgir com o Orçamento de Estado para 2010.
Ver aqui.

A propósito das muito respeitáveis declarações de Freitas do Amaral que continua a não querer perder protagonismo, sendo prova disso algumas piruetas do seu passado político recente, contrárias à sua matriz conservadora, reconhecemos a pertinência de algumas das suas afirmações. Mas não podemos deixar de acrescentar o seguinte:
Fizeram-se coisas boas na última legislatura, mas muito do que se passou de mau neste país durante a mesma, deve-se a um estilo pessoal e ao deslumbramento de se ser primeiro ministro, aliado ao deslumbramento de se ter uma maioria parlamentar, que ignorou quase olimpicamente a oposição, numa atitude muito pouco democrática! O resultado foi o que se viu e o povo, com medo, decidiu votar de modo diferente. Há que respeitar essa decisão, fazendo agora acordos em conformidade com o novo leque parlamentar. Só com flexibilidade, competência e humildade o actual governo conseguirá conquistar a oposição e esta, por sua, vez tem que estar à altura da confiança que lhe foi dada no sentido de resolver a grave crise do País em que pontifica uma taxa de desemprego perto do 10% e um endividamento diário de 60 milhões de euros.
O orçamento de Estado para 2010 não pode ser o pomo de discórdia, aparentemente inultrapassável, das oposições e do governo. Mas também não tem de ser o orçamento do PS para o País, mas sim o de todas as forças partidárias em consenso que, no Parlamento representam o Povo. E aí reside, na nossa opinião, o verdadeiro "calcanhar de Aquiles" de quem não sabe, não quer ou não tem feitio para governar sem maioria absoluta e quer impor à viva força uma linha de rumo de matriz única quando é certo que a saída da crise está na pluralidade das ideias. A filosofia do partido único de má memória já a conhecemos. E a metade de uma sardinha para cada português também!
É chegada a hora de todos os partidos, sem unanimismos bacocos, se entenderem no essencial, num projecto de orçamento que tenha como objectivo único fazer sair o País da tristeza "apagada e vil" em que se encontra, sem o que a Nação, com mais de 900 anos de história, correrá o sério risco de perder a sua própria independência e comprometer, definitivamente, o futuro de milhões de portugueses que não querem deixar de o ser.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"O fantasma das eleições antecipadas"



"Ricardo Rodrigues, número dois da bancada socialista, admitiu hoje à Renascença que o governo pode não aguentar até ao final da legislatura, se a oposição continuar com este comportamento. "

Ver aqui as declarações do deputado socialista.

Governar sem a maioria no Parlamento não é dificil nem inédito nas democracias Europeias. Parece não ser este, porém, o entendimento do partido do Governo a dar crédito a algumas declarações avulsas que emergem nos media e na AR e agora reiteradas pelo deputado do PS.

Apresentação do livro "Gota de Orvalho"


No próximo dia 16, pelas 14H30, será feito o lançamento do livro "Gota de Orvalho" no Auditório Municipal da Figueira da Foz da autoria de Luisete Batista.

Sinópse
"Gota de orvalho faz jus ao provérbio africano «o coração é água profunda que esconde coisas desconhecidas». A construção do desconhecido acontece, nesta obra de ficção, pelo cruzamento de histórias e lances inesperados no xadrez vivencial. Raquel, presente ou ausente, está no centro da narrativa, a qual é também tecida pelos ecos que soam e que compelem a memória a transformar os fragmentos caleidoscópicos das recordações em imagem de identidade. Estamos, pois, perante uma ficção sobre o desassossego e a procura, sendo estas ideias o centro da descrição possível da própria vida, de cada vida. Nesta, a nitidez das imagens e o reconto das experiências andam sempre de mão dada com o misterioso e o enigmático."

sábado, 12 de dezembro de 2009

Alerta vem da Irlanda!

A Irlanda era há bem pouco tempo dada como um exemplo a seguir na zona Europeia pelo desenvolvimento económico e boa aplicação dos fundos de Bruxelas. Mas hoje, tal como a Grécia, tem graves problemas económicos, havendo já propostas do governo de Dublim para serem reduzidos grande parte dos salários da função pública para fazer face à crise. Em Portugal o défice do Estado disparou para 8,4% do PIB em 2009 e a Comissão Europeia, bem como o FMI e BCE, aconselham a Irlanda, Espanha, Itália e Portugal a cortar a despesa pública e a aumentar impostos nas situações consideradas mais graves.
Não somos especialistas na matéria. Sabemos só o essencial. Mas o quadro abaixo, que tem as previsões da Comissão Europeia para o ano de 2009, não fazia prever uma situação tão sombria como a que é apresentada hoje pela altas estâncias financeiras. No caso português o défice seria de 2,0% do PIB, contra os actuais 8,4 %. ; daí o orçamento rectificativo. O que os grandes impérios financeiros fazem ao dinheiro não se sabe. Ou melhor, sabemos mas não convém falar muito nisso!
Os portugueses que se cuidem que é como quem diz: vão pondo as barbas de molho... Ver também aqui.



(Clicar no quadro para aumentar)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Ginásio - Remo Indoor



Tiago Silva defendendo o 1º lugar


Licínia Ferreira, Tiago Silva e Diogo Silva Campeões de Portugal

"Realizou-se Sábado passado, 5 de Dezembro, o Open de Portugal em Remo Indoor em Coimbra, onde o Ginásio participou com 40 atletas, sendo 12 da valência Lazer e os restantes, principalmente do Remo Jovem e destes os Escolas.
A comitiva foi grande e boa. O Ginásio conseguiu 3 títulos nacionais: Licínia Ferreira, Master 2, Tiago Silva, Infantil e Diogo Silva, Iniciado." ...- Ver aqui
Uma citação modesta, mas especial, do Limonete, para Carlos Lavoura que tem sabido motivar o lote de jovens atletas pelo qual é responsável, cumprindo integralmente com o velho aforismo latino: "mens sana in corpore sano". Bem haja!

(Sacado do blogue:ginásioremo)

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Medina Carreira no Casino


Ontem no Casino da Figueira no programa "125 minutos com..." o fiscalista e antigo ministro das Finanças do alto dos seus 78 anos afirmou: "os políticos portugueses não querem justiça, porque senão vão todos presos"...
Disse ainda referindo-se ao Parlamento:"Aquilo vale tanto como a Assembleia Nacional do Salazar. Eles nã valem nada, não têm voz activa" - Ver aqui no DC.
O que precede e o vídeo seguinte dão uma nítida dimensão da crise que o país atravessa. Medina Carreira anda a "miar" e a dizer as mesmas coisas há mais de 20 anos, mas elas vão piorando e ninguém lhe dá ouvidos. Porque será? Estamos num país de surdos e cegos?!...
(Foto DN)


SIT - Comemorações do 106º aniversário


A SIT-Sociedade de Instrução Tavaredense-com um elenco directivo de primeira água, onde avultam o actual director cénico, dr. Fernando Romeiro e a presidente da direcção, drª Maria Clementina Reis Jorge da Silva, que não se tem poupado a esforços para renovar actividades e honrar os pergaminhos da colectividade, está a comemorar os seus 106 anos de existência. O programa comemorativo é o seguinte:- (Clicar para ler o programa)














quarta-feira, 9 de dezembro de 2009

Rafael Carriço novo director do CAE



Em entrevista concedida a Jacinto Silva Duro, dada à estampa no Jornal de Leiria do pretérito dia 3, o nóvel director artístico do CAE da Figueira da Foz diz:

Uma das promessas que fez quando
foi nomeado para o Centro de Artes e
Espectáculos (CAE) foi fazer muito com
pouco dinheiro. Como se alcança esse
objectivo?

Durante Dezembro vamos perceber o que é exactamente o "pouco dinheiro"que vamos ter disponível...No CAE queremos produzir...vamos continuar com a programação, como anteriormente, quando comprava espectáculos e tentava tirar algum lucro com a bilheteira, mas agora teremos produção própria e isso trará redução de custos. Queremos criar uma marca na Figueira - o Made in Figueira da Foz...
Ver o resto da entrevista aqui -Jornal de Leiria pág. 33.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

TGV: o cheiro da verdade

(TGV em Paris)

Versei este tema há uns meses aqui no Limonete. Hoje este assunto foi noticiário na TVI e descobri hoje também, um blogue (Delito de opinião) onde, por factos que desconhecíamos, o tão falado e decantado TGV que parece interessar só ao país vizinho, é hoje tema de reflexão. É de salientar que não há compatibilidade no TGV Francês e no Espanhol.
"Bem me cheirou. Sempre que coloquei reservas ao(s) projecto(s) relacionado(s) com o TGV, entre vários outros considerandos, defendi aqui, aqui, aqui, aqui, e aqui que a ferrovia de mercadorias deve merecer todo a apoio e que a alta velocidade exclusivamente para passageiros não passa de uma fantasia de políticos interessados em ir jantar a Madrid e voltar a casa, decisores da desgraça nacional que se estão nas tintas para qualquer suposta ligação ferroviária à Europa (e Madrid não fica exactamente no caminho)"...

Ver aqui em Delito de Opinião

"Face oculta"


O país indubitavelmente está na face oculta da Lua: desde empresários a sindicatos, desde o uso de dinheiros comunitários à utilização de dinheiros camarários, do futebol aos subsídios para as coisas que não se fazem, do subsídio de desemprego ao ululante subsídio de inserção social. E nisto o sucateiro dá-nos um exemplo em tempo real do que se passa. Tudo está comprometido e uma "operação mãos limpas" seria impossível de pensar só para colocar as despesas dos ministérios numa ordem racional.
A lei que nos rege é propositadamente preparada para dar estes resultados e ela não é a responsável pela anarquia que se segue. Os responsáveis são os hábeis legisladores que quiseram dar todas as oportunidades e mais uma aos ladrões, aos grandes gatunos, aos barões da sucata em que o país se tornou porque todos ficam bem na fotografia do polvo institucional. Eles têm nome e fazem o favor de vir defender a lei que já viram não proteger os direitos dos portugueses comuns, mas que serve para assaltar sem risco esses mesmos portugueses comuns, de preferência fracos e inermes, velhos e desarmados. Decidiram que é bom ter um rebanho e também já estudaram as datas da tosquia.

António Marques Bessa - professor universitário - (texto parcial)

"Sonhar é preciso II"





Há um tempo para tudo...e até para sonhar através da música!





domingo, 6 de dezembro de 2009

"Tenho Vergonha de mim"


Tenho vergonha de mim
pela passividade em ouvir,
sem despejar meu verbo,
a tantas desculpas ditadas
pelo orgulho e vaidade,
a tanta falta de humildade
para reconhecer um erro cometido,
a tantos "floreios" para justificar
atos criminosos,
a tanta relutância
em esquecer a antiga posição
de sempre "contestar",
voltar atrás
e mudar o futuro.

Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer...

Tenho vergonha da minha impotência,
da minha falta de garra,
das minhas desilusões
e do meu cansaço.
Não tenho para onde ir
pois amo este meu chão,
vibro ao ouvir o Hino,
de minha Pátria.
Tenho vergonha de mim...

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

"E viva a AMIZADE"


Saber Viver
Não sei... Se a vida é curta
Ou longa demais pra nós,
Mas sei que nada do que vivemos
Tem sentido, se não tocamos o coração das pessoas.
Muitas vezes basta ser:
Colo que acolhe,
Braço que envolve,
Palavra que conforta,
Silêncio que respeita,
Alegria que contagia,
Lágrima que corre,
Olhar que acaricia,
Desejo que sacia,
Amor que promove.
E isso não é coisa de outro mundo,
É o que dá sentido à vida.
É o que faz com que ela
Não seja nem curta,
Nem longa demais,
Mas que seja intensa,
Verdadeira, pura...
Enquanto durar.
Moral da história:
Só que há pessoas cujas acções deixam os irracionais envergonhados!
(Tirado de um mail enviado por mão amiga)

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

"Divagações no tempo"

(Museu Municipal)


Apresentação do Livro "Divagações no tempo"

O livro de poesia “Divagações no tempo” vai ser apresentado pela sua autora, Aurora Silva, no próximo dia 4 de Dezembro, pelas 18h00 (sexta-feira), no Auditório Municipal da Figueira da Foz.

No final da sessão, a escritora realizará uma sessão de autógrafos.




Ainda o "Memorial aos combatentes"

Publico um DVD cujo link me foi enviado, sobre o recente memorial inaugurado na praça Luís de Camões.
Um belo e bem conseguido trabalho que o LIMONETE dá agora à estampa. Bem Haja meu caro amigo:



Nota: texto rectificado em 04/11 às 19H00, pelo facto do DVD ter sido removido por razões que me são alheias.

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

"O milagre dos robalos"


No Correio da Manhã de hoje, sobre um dos arguidos mais mediáticos do processo "Face Oculta," lê-se o seguinte:

"Armando Vara assume que tinha “relações profissionais” com o sucateiro e que lhe apresentou Paiva Nunes. Sobre as ofertas do empresário, fala apenas de uma caixa de robalos congelados e um equipamento de futebol do Esmoriz para o filho."...
Ler aqui a notícia completa

É natural que algumas almas empedernidas e desnaturadas e outros ilustres incréus, assumidos, do país, não acreditem nos milagres dos textos bíblicos (caso de Saramago que tem aqui um bom tema para um novo livro), mas, os que são crentes, não podem deixar de ficar espantados como é que alguns "mestres" do socialismo à portuguesa, conseguem igualar, se não mesmo, ultrapassar, o Mestre dos Evangelhos, com este milagre espantoso de transformar euros em robalos!

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

1º de Dezembro - Dia da Restauração


Há 369 anos que sacudimos o jugo espanhol


"1 de Dezembro de 1640 - Restauração da Independência
No dia 1º de Dezembro assinala-se a restauração da Independência de Portugal. Falecido o cardeal-rei D. Henrique, em 1580, sem ter designado um sucessor, Filipe II de Espanha, neto do rei português D. Manuel I, invadiu Portugal e submeteu-o a 60 anos de domínio. Foram três os reis espanhóis que governaram Portugal entre 1580 e 1640 – Filipe I, Filipe II e Filipe III.
A capital do Império passou a ser Madrid e Portugal foi governado como uma Província espanhola.
Como é natural, os portugueses viviam descontentes e compreendiam que só uma revolução bem organizada lhes poderia trazer a libertação.
Assim, no dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de 40 fidalgos dirigiu-se ao Paço da Ribeira onde estavam a Duquesa de Mântua, regente de Portugal, e o seu Secretário, Miguel de Vasconcelos.
A Duquesa foi presa e o Secretário morto. Foi assim que Portugal recuperou a sua independência, sendo D. João IV,. Duque de Bragança, aclamado rei, com o cognome de "O Restaurador".

Texto retirado da Net