domingo, 1 de dezembro de 2019

Restauração da Independência




No 1º de Dezembro de 1640, Portugal sacudiu o jugo espanhol e recuperou o estatuto de País soberano e independente.

Hoje, em face das circunstâncias adversas que nos rodeiam e da perda parcial da soberania, talvez tenha chegado a hora de se proceder a uma profunda regeneração colectiva nacional sem o que, corremos o sério risco de perder de vez a dignidade de nação soberana, cada vez mais empobrecida e com ela a possibilidade de nos fazermos respeitar e termos, por direito próprio, um lugar condigno entre as Nações.

sábado, 30 de novembro de 2019

Ninguém nos defende

PR ADMITE NOVA INJECÇÃO DE CAPITAL NO NOVO BANCO
Ninguém nos defende.

Segundo o Jornal Económico do dia 26, o PR disse ser possível uma nova injecção de capital no Novo Banco. E, como afirma o "Observador", o Novo Banco vai precisar de mais 1.149 milhões para compensar os "calotes" antigos. E a pergunta que se faz é: onde vai o Estado buscar mais dinheiro para a nova injecção de capital? Ao fundo de resolução? Ao OGE? E quem paga isso?
Relendo, Santiago Camacho no livro, Como o Capitalismo acabou com a classe média, respigamos o seguinte:
 

Portugal negociou com a Troika um empréstimo financeiro de 78 mil milhões de euros, dos quais 12 mil milhões são destinados exclusivamente à recapitalização da banca... Então, porque é que há dinheiro para entidades financeiras, manchadas por negócios duvidosos enquanto a classe média paga a factura sem ver um cêntimo? Porque é que esta classe luta para sobreviver, enquanto as classes altas conseguem escapar às rigorosas medidas de austeridade, nomeadamente através da transferência de avultadas quantias de dinheiro para paraísos fiscais, que continuam por fiscalizar..." 

É de salientar que os tais 12 mil milhões da troika, referidos acima, para salvar os bancos, já foram excedidos. Não é por acaso que hoje a banca quase que não dá juros aos clientes, mas tira-lhes "mais de 5 milhões de euros por dia em comissões das suas contas."
E houve quem afirmasse, ou afirme ainda, que não há nenhum euro dos contribuintes a ser usado na injecção no Novo Banco.
Por uma questão de seriedade não será a altura de rectificar a mentira de tal afirmação?

Quem se ri disto tudo, impunemente, é o DDT, Ricardo Salgado e outros  predadores da banca que também se foram "salvando" com o nosso dinheiro.

Pós texto:
A resolução do BES foi há cinco anos, um verão 'quente' do sector financeiro que já custou mais de 5.000 milhões de euros ao Estado e a factura ainda deve subir.

segunda-feira, 25 de novembro de 2019

Abril, revoluciou. Novembro, democratizou.





Hoje relembramos uma data histórica: a vitória do 25 de Novembro. Na minha modesta opinião o 25 de Novembro veio repor os ideais e princípios do 25 de Abril e "a democracia pluralista, política e constitucionalmente baseada num regime semi-presidencialista, e economicamente baseada numa economia de mercado." Havia quem quisesse que o país fosse um satélite da URSS, quisesse substituir uma ditadura por outro regime totalitário pior, ou eventualmente, substituir a PIDE pelo KGB. O 25 de Novembro acabou com esse perigo que era mais real do que se possa imaginar. Venceu a ala moderada do MFA. Venceram os militares e demais patriotas que se opuseram ao totalitarismo. Venceu a Democracia, graças a um Homem de seu nome, Ramalho Eanes e os que com ele estiveram. Ainda bem que foi assim. Existe hoje uma certa desilusão? Claro que existe. Há ainda demasiada pobreza e existe demasiada corrupção. Há muita gente interessada nisso. Uma coisa leva à outra. O País tem melhorado em muitos aspectos. Mas para que a democracia não seja uma palavra sem sentido e o 25 de Abril uma desilusão, como alguns afirmam, é imperativo que a Justiça separe o trigo do joio e dê a este e aos que o semeiam o destino que merecem: a prisão, sem mais delongas e interferências políticas duvidosas.

Foto sacada daqui. 

Nota: onde digo PIDE, entenda-se de má memória.

domingo, 3 de novembro de 2019

Corrupção em Portugal

 No meio da corrupção reinante só uma Justiça independente e o patriotismo dos cidadãos podem salvar o País do "triunfo dos porcos".



segunda-feira, 21 de outubro de 2019

CARBONÁRIA



"Sociedade sinistra e cruel para uns.
Sonho de liberdade para outros.
Mas onde estará a verdade,
no meio de tanto sangue e segredos?"

Livro de Mário Silva Carvalho com o qual ganhou em 2012 o prémio Literário João Gaspar Simões, atribuído pela Câmara Municipal da Figueira da Foz.

"Em 1907, o jovem Constantino da Silva chega a Lisboa. Fugira de Coimbra devido a uma zaragata em que atacou um miguelista para proteger um grupo de estudantes republicanos. O deslumbre com a capital, tão maior e mais sofisticada que o resto do país, logo é substituído pela realidade: Lisboa é uma cidade pobre, esfaimada e onde o conflito entre monárquicos e republicanos deixa mortos e feridos nas ruas."...
Deve ser lido para quem quiser conhecer "uma das épocas mais importantes e turbulentas da História de Portugal."

Bandeira da Carbonária: repare-se na "semelhança" com a actual bandeira nacional.



sexta-feira, 18 de outubro de 2019

Os Morros de Nóqui


Livro da autoria do escritor, Cláudio Lima que esteve na guerra em Angola em 1969 com a patente de Alferes Milº. integrado no B.Artª. 1922/C.Artª-1726 que não deixa de surpreender quem esteve na guerra colonial, no caso vertente em Angola. Dei por este livro há algum tempo na Internet e só há cerca de três dias a livraria Bertrand mo entregou. Li-o de uma assentada.
Ao tempo, também fiz parte do mesmo Batalhão, C.Artª. 1725, do autor do livro e posso dizer que a minha passagem por Nóqui foi uma das experiências que mais me marcaram, negativamente, enquanto militar.

"Nóqui é uma província angolana. Foi território português até 1975. E foi para aí que destacaram milhares de portugueses para defenderem uma terra que viríamos a entregar mais tarde"...com o advento do 25 de Abril.

Em “Os Morros de Nóqui”, mais de 30 anos depois do final do conflito armado, Cláudio Lima, pseudónimo de Manuel da Silva Alves, descreve-nos os horrores de uma guerra colonial. Uma guerra que viveu dois anos e que conheceu como muitos outros que por lá passaram..." 
O autor faz um advertência logo no início do seu livro: "São ficções o que aqui te proponho". Mas, segundo a crítica que subscrevo, os: "Episódios da guerra, entre o pícaro e o trágico, transmitidos por uma caneta talentosa", ficam, quanto a mim, aquém da realidade, muito mais dolorosa, de que autor com o seu estilo, porventura, evitou falar com mais crueza, por pudor ou para não acordar os fantasmas das experiências dantescas por que passaram muitos combatentes. Nóqui é uma má recordação da nossa presença em Angola, quer no aspecto da guerra, quer nos bastidores da mesma, onde não pouca vezes pontificaram a arrogância e os abusos dos torcionários da polícia política. Por isso eu digo que há muitos aspectos da guerra colonial que continuam por contar.
 
Livro a ler por quem gosta desta temática da guerra colonial.

Não posso deixar de dar os meus modestos parabéns ao meu distinto amigo e ex-camarada de armas que é um consagrado escritor que tem recebido elogios de muitos dos seus pares e na imprensa da especialidade.
 




domingo, 1 de setembro de 2019

O Sentido da Vida




O sentido da Vida

A vida para todos não é por inteiro.
Entre ricos e pobres foi sempre diferente.
Os pobres acreditam num Deus ausente,
 o deus dos ricos é quase sempre o dinheiro.

A vida para outros é uma jornada,
com aventuras difíceis de vencer,
correndo o perigo de tudo perder,
sem alento e com a vida destroçada.

Só com coragem lutam pela existência.
Do pouco que tiverem, nada irão levar.
Melhor é ter uma vida de coerência.

E se nada tens e ao "pó hás-de voltar,"
 mas queres conseguir a eternidade:
ama a Pátria e serve a humanidade.



Nota: Reposição do soneto publicado em 30/09

segunda-feira, 5 de agosto de 2019

Como é isto possível?

(...) Como é possível que homens reunidos em conselhos de administração aumentem impiedosamente o preço do pão, da electricidade, dos transportes, da gasolina - bens absolutamente vitais para a vida de cada português? Serei eu tão ingénuo que ainda possua capacidade para escrever um livro sobre os atropelos que Portugal tem sofrido enquanto os meus companheiros adultos dormem descansados aplicando os velhos preceitos nacionais "quem tem unhas, toca guitarra" (o oportunismo), "em terra de cegos quem tem um olho é rei" o espertismo) e "quem vier a seguir que feche a porta" (o indiferentismo - três chagas morais que definem correctamente o consulado da geração política que se apossou de Portugal desde finais da década de 80. - Miguel Real, in: Nova Teoria do Mal.
Pois, e a pergunta que fazemos é esta: seremos nós também tão ingénuos que continuamos por aqui a falar dos resgates dos bancos, da famiglia partidária, dos incendiários, do nepotismo, dos novos Cabrais, da inutilidade das leis, dos ladrões de colarinho branco que não vão para a cadeia e da perversidade do sistema que só engorda os grandes e está a apodrecer o País?

segunda-feira, 20 de maio de 2019

Alves dos Reis, reeditado.

O Empresário, Henrique Neto, no Diário de Coimbra de hoje, em artigo de opinião, subordinado ao título,"Farsa ou Tragédia, eis a Questão", a propósito da ida de Joe Berardo ao Parlamento, para explicar o crédito de quase mil milhões de euros, escreve:
"...Acerca do crédito que lhe foi concedido pela Caixa Geral de Depósitos para comprar acções do BCP, Joe Berardo disse o seguinte:"foi a CGD que propôs o negócio, através de Cabral dos Santos, então director da CGD". Ou seja, trata-se da confirmação de que as operações de assalto ao BCP, como no caso da OPA da Sonae à PT, resultou de uma combinação entre o Governo de José Sócrates e Ricardo Salgado, que envolveu vários empresários que embarcaram nas duas operações com o dinheiro fácil que lhes era concedido pelos três bancos, Espírito Santo, CGD e BCP, mais de metade da banca nacional."

De onde se conclui que Berardo, como se sabe, foi o testa de ferro desta operação de compra de acções para o fim em vista.
O método não é inédito. Já Artur Alves dos Reis,o mentor da fraude das notas falsas de Angola, tentou fazer o mesmo em 1925, para controlar o Banco de Portugal. Deixou escola. O caso Berardo é quase uma reedição do passado. Mas o "Comendador", não tinha "cátedra" para congeminar o golpe.

Alves dos Reis acabou por ir parar à prisão. Hoje ninguém é culpado e ir para a prisão nem pensar nisso.











sábado, 11 de maio de 2019

O Sindicalista - Opinião

Mário Nogueira, não dá aulas tal como acontecia, ou ainda acontece, com os delegados escolares que, pelo facto de o serem, eram dispensados da componente lectiva. Por analogia, vem a talhe de foice dizer, por que isso é o pretexto para os ataques descabelados que lhe fazem, que se os delegados escolares estão dispensados de dar aulas, faz sentido, por maioria de razão, que o secretário-geral da Direcção Nacional da FENPROP esteja também dispensado. Se ele fosse obrigado a exercer não deixaria de ser, certamente, um bom professor, mas talvez não fosse bom sindicalista. 
Estará há demasiado tempo a representar os professores, mas tem sido coerente, tem secundado e servido com dedicação e empenho, desde sempre, a justa luta dos seus pares e daí as sucessivas reconduções para desempenhar o cargo. 
Acresce que ele não está sozinho nesta luta e tem com ele dez sindicatos de professores e, bem assim, o presidente da FNE, João Dias da Silva de que ninguém fala. 
Talvez não seja oportuna a altura para ser contado o tempo de 9 anos, 4 meses e 2 dias tempo integral de serviço que foi roubado aos docentes, mas que lhes foi prometido foi. 
As legítimas expectativas dos professores, agora goradas em AR, com o pretexto de não haver dinheiro quando se sabe que há milhões para resgatar bancos, pagar PPP (nunca é demais dizê-lo) e se perdoam milhões a vigaristas que deviam estar presos, só pode provocar a revolta e a descrença nos governantes que, para si próprios, não utilizam os mesmos processos de contenção que impõem aos demais cidadãos, quer do sector público, quer do privado.

quinta-feira, 25 de abril de 2019

O Dia da Liberdade


 





Hoje comemora-se o Dia da Liberdade. São 45 anos de muitas melhorias e bem-estar, mas também de esperanças e expectativas frustradas e de alguma hipoteca da soberania Nacional imposta por circunstâncias externas a que não é alheia a nossa dívida soberana.
Não basta usufruir da liberdade outorgada pelo 25 de Abril de 1974. A guerra colonial que durou treze anos e fez milhares de mortos e estropiados acabou e, bem assim, acabou a ditadura do Estado Novo que durou 41 anos. A democracia começou a dar os primeiros passos. Os vampiros do Zeca Afonso, banqueiros e patronato,  recolheram as garras e afastaram-se, mas alguns estão aí de novo (alguém já os chamou de predadores e chacais) com roupagens de democratas a inviabilizar os caminhos que Abril abriu. Outros que fizeram da política o seu modus vivendi, com a intenção de enganar o povo são já da geração espontânea e trauliteira da direita que nunca gostou de Abril e têm o mesmo objectivo. Contra todos eles, não se pode baixar a guarda. A luta tem de continuar no sentido de se acabar com a corrupção, de melhorar a justiça, reformar o sistema eleitoral, aumentar o emprego, o saber, dar a oportunidade a todos os cidadãos de serem alguém na vida e não só  aos familiares dos políticos, compadres, correlegionários e afins. Portugal tem de ser de todos os portugueses e não só de alguns oportunistas e dos dinossauros que se instalaram no poder utilizando-o, muitas vezes, escandalosamente, em proveito próprio, abusando da paciência e da inércia do povo. A Liberdade conseguida é um bem inestimável, mas Abril só será cumprido quando a democracia deixar de estar nas mãos de alguns corruptos e medíocres, sendo imperativo nacional que estes sejam substituídos por Homens bons, patriotas, que gostem do povo e que cultivem o primado da competência.
 Que as novas gerações tenham a coragem de lutar na prossecução deste objectivo, por um Portugal melhor e solidário com os mais fracos e saibam aproveitar a oportunidade indeclinável de consolidar a democracia e o futuro do País que só foi possível com a gesta heróica dos militares de Abril.

segunda-feira, 8 de abril de 2019

Democracia não pode ser isto.

"A ideia da democracia virtuosa é ridícula, infantil e comovedora." - A. Barreto. 

Claro que não há nenhuma democracia perfeita. Mas é obrigação dos governos aperfeiçoá-la. E a nossa democracia bem precisa. Tanto mais que há já demasiado tempo que as contradições e a actuação suspeita de alguns políticos, a corrupção, o compadrio, o nepotismo, a entrega de empresas estratégicas aos interesses alheios, o estado da justiça, as comissões de (in) transparência, as "comissões reguladoras", o saque dos (e aos) bancos como não há memória, têm feito do país pouco mais que um circo de predadores, onde o povo tem tido o papel de palhaço triste, enganado e roubado. E a democracia não pode ser isto.
E é pena que, tanto quanto se sabe, o autor do texto, enquanto governante, tivesse tido uma fraca prestação para que a democracia fosse virtuosa ou perfeita ou viesse a sê-lo.

segunda-feira, 18 de março de 2019

Teatro na 10 de Agosto


Ontem, na Sociedade10 de Agosto, https://www.facebook.com/sfdezdeagosto/, mais uma vez, casa cheia com as Bodas de Sangue, uma peça de teatro do espanhol Federico García Lorca (1898 - 1936). O elenco que se exibiu no palco, surpreendeu com a sua extraordinária actuação! Vale a pena ver.
Este ciclo de teatro, bem como outras actividades com destaque para o fado, cancioneiro popular e outros, tem como objectivo a dinamização da 10 de Agosto e a aquisição de fundos para ajudar a colectividade nas suas despesas correntes que aliás é um problema de todas as colectividades do concelho.












terça-feira, 12 de março de 2019

"Quem nunca pecou que atire a 1ª. pedra"



Temos a consciência de que é necessário acabar com a violência doméstica ou, pelo menos, menorizá-la. É um imperativo da sociedade de hoje e muito bem.
Quando vieram com a mulher adúltera a Jesus Cristo e lhe perguntaram, por duas vezes, se deveria ser lapidada conforme a tradição, Ele respondeu com o repto: "quem nunca pecou que atire a primeira pedra" e, diz-se,“inclinando-se, começou a escrever no chão os pecados de cada um dos acusadores” que acabaram por retirar-se e deixar a mulher em paz.
Vem isto a propósito da recente polémica de Neto de Moura que foi um “saco de porrada” dos média que criticaram as suas decisões enquanto juiz. Eis a analogia: Cristo salvou a mulher adúltera porque conhecia bem os seus acusadores e teve pena dela; o magistrado em causa, salvou um condenado de violência doméstica, do uso da pulseira electrónica, porque conhecia bem a situação envolvente e todo o processo melhor do que o vulgo e teve pena dele.

Eu não sou Cristo e não sei se alguns dos escribas que crucificaram Neto de Moura já praticaram alguma vez violência doméstica o que faria deles uns hipócritas. E porque tenho dúvidas da verdadeira motivação do histerismo dos média, neste caso, entendo que Neto de Moura foi tratado injustamente.

sábado, 9 de março de 2019

País de medrosos?

Aqui um texto que deve ser lido atentamente. Mas, país de medrosos? Não é verdade. "Só nos séculos XIX e XX, contam-se por milhares os mortos em guerras civis e revoluções. Foi o Estado Novo que inventou o chavão, numa operação de acção psicológica". E é preciso não esquecer que o país "é obra de soldados e marinheiros: em guerras e perigos esforçados", com feitos extraordinários que fizeram a admiração do mundo, com acções muito boas e outras menos boas como aconteceu com outros países. Se hoje o povo é considerado medroso é porque está expectante com as elites que governam o país em função dos seus interesses e não dos interesses das rés-pública. Creio, outro sim, que o povo vai dando o benefício da dúvida na esperança que a situação melhore. Mas, se continuar a ser enganado, como tem sido, e tiver a certeza que esse benefício não se justifica, talvez o conceito de medroso dê lugar à coragem e esta acabe por surpreender aqueles que pensam que este é um país de medrosos e de brandos costumes.

Pós-texto:
Os links que conduzem aos texto principal por vezes desaparecem. Assim importa dizer que a presente postagem radica na entrevista feita ao Prof. Doutor, António Coimbra de Matos, "provavelmente o nome mais respeitado da psicanálise em Portugal", inserta no jornal Público de 21 de Fevereiro de 2016.
É interessante ler os comentários. É com eles que se percebe bem os que os portugueses pensam da situação do país e dos políticos que nos governam.

quinta-feira, 31 de janeiro de 2019

A revolta de 31 de Janeiro

 

 Faz hoje 128 anos que se registou a primeira revolução republicana em Portugal. A revolta estalou no Porto, mas foi sufocada pelas forças monárquicas.

"A revolta militar estalou no dia 31 de Janeiro de 1891 contra a forma como o reino reagiu ao ultimato inglês, surgido na sequência do mapa cor-de-rosa.
Para os republicanos, que semanas antes se tinham reunido em congresso, a revolução não surge, nesta altura, como um meio para alcançar o poder, mas alguns entusiasmaram-se com a proclamação da República do Brasil, e resolveram passar para a acção directa.
Várias unidades militares do Porto, lideradas essencialmente por sargentos 
 e oficiais de baixa patente, revoltam-se. Pela primeira vez é erguida a bandeira vermelha e verde.
Estas forças tomam várias posições até que são barrados junto à Igreja de S. Ildefonso onde uma descarga de fuzis, feita por uma unidade da Guarda Municipal, coloca em fuga os civis e vários militares.
Alguns soldados ainda se barricam, mas a revolta é esmagada.
Terão morrido 12 pessoas e cerca de 40 ficaram feridas enquanto vários líderes da revolta escapam exilando-se no estrangeiro."
Nota:
Pesquisa feita na net.

segunda-feira, 21 de janeiro de 2019

COLIGAÇÕES

PSL afirma que  é preciso uma coligação da direita para tirar a esquerda do poder, como nós não soubéssemos já o que têm sido essas coligações. O País não precisa de coligações à direita. Precisa sim de coligações às direitas, por forma a que os erros que se cometeram no passado não se repitam com os mesmos figurões de sempre.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

BOM ANO DE 2019



Tenho postado pouco no LIMONETE por razões que se prendem com falta de tempo, mas também porque é difícil manter uma actividade regular com assuntos ou textos que consigam prender o interesse dos leitores. Escrever não é fácil e exige estudo e paciência que têm derivado para questões mais prementes de carácter doméstico e pessoal. Contra o que é hábito, fiz uma lacuna no pretérito Natal, porque foi mais ou menos como o de 2017. De qualquer modo irei continuar a dar acordo de mim neste blogue, sempre que o entenda necessário ou houver assunto que mereça vir à estampa. Sendo assim, e dando cumprimento a esta intenção, aqui estou hoje, com uma perspectiva desta linda cidade da Figueira da Foz, a desejar os meus votos de um FELIZ ANO NOVO de 2019, aos leitores que por ventura ainda lêem as parcas linhas deste meu blogue.
Abraço para todos.

sexta-feira, 5 de outubro de 2018

Memórias da República

 

"Por regra, é ignorado ou desprezado o papel decisivo de Machado Santos numa coisa tão "insignificante" como o fim de 767 anos de Monarquia e a inauguração de uma nova fórmula governativa"

Foto e texto da Visão. Ver mais aqui.