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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013
O banqueiro esqueceu-se...
"O presidente do BES esqueceu-se de declarar 8,5 milhões de euros ao fisco e fez três rectificações à sua declaração inicial de IRS de 2011, onde constava ter ganho 1,1 milhões de euros.
A segunda rectificação foi entregue a 30 de Agosto, tendo por base a declaração de um rendimento total de 8,5 milhões de euros de rendimentos de Ricardo Salgado obtidos em Angola. Este novo valor deu origem a uma liquidação de imposto de cerca de 3 milhões de euros."
In jornal "I"
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sábado, 16 de abril de 2011
Ainda o caso da Islândia
"Se quisermos fazer uma equivalência directa ao que se passa actualmente em Portugal, o que os islandeses fizeram foi recusar salvar o seu BPN pelos erros que cometeu."- Marisa Matias.
Já referi o exemplo da Islândia aqui, mas a ideia que subjaz é que o caso BPN, salvaguardadas as devidas proporções e o modus faciendi do processo, é uma espécie de fraude "D.Branca", de que se conhecem apenas alguns contornos pouco edificantes, para não dizer coisa pior. - Ver aqui: As acções da SLN.
Daí, talvez a pressa de nacionalizar em tempo recorde, esta instituição bancária: "O principal intuito era: reconstruir o grupo, pela defesa dos interesses de mais de 350 accionistas e 4.260 colaboradores...(...) recuperar os prejuízos de 2008, que ascenderam a 170 milhões de euros. O maior activo da SLN era o Banco Português de Negócios (BPN)", diz-se aqui.
As ligações importantes, de certas pessoas, ao mundo dos negócios e da política, ajudam a perceber parte da crise, com quem estamos metidos e quem manda efectivamente em Portugal... Daí a pergunta: por alma de quem é que temos de pagar a dívida e o dinheiro que alguém ganhou em negócios obscuros e na dita economia de casino e que pôs a bom recato onde lhe convinha?,
Já referi o exemplo da Islândia aqui, mas a ideia que subjaz é que o caso BPN, salvaguardadas as devidas proporções e o modus faciendi do processo, é uma espécie de fraude "D.Branca", de que se conhecem apenas alguns contornos pouco edificantes, para não dizer coisa pior. - Ver aqui: As acções da SLN.
Daí, talvez a pressa de nacionalizar em tempo recorde, esta instituição bancária: "O principal intuito era: reconstruir o grupo, pela defesa dos interesses de mais de 350 accionistas e 4.260 colaboradores...(...) recuperar os prejuízos de 2008, que ascenderam a 170 milhões de euros. O maior activo da SLN era o Banco Português de Negócios (BPN)", diz-se aqui.
As ligações importantes, de certas pessoas, ao mundo dos negócios e da política, ajudam a perceber parte da crise, com quem estamos metidos e quem manda efectivamente em Portugal... Daí a pergunta: por alma de quem é que temos de pagar a dívida e o dinheiro que alguém ganhou em negócios obscuros e na dita economia de casino e que pôs a bom recato onde lhe convinha?,
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