quarta-feira, 15 de abril de 2015

Candidatos a PR

Os candidatos a Presidente da Republica em 2016 são mais que muitos o que desvaloriza, de algum modo, a importância e a dignidade do mais alto cargo da República.
Fala-se insistentemente em Sampaio da Nóvoa para concorrer à próximas eleições para o lugar de Belém. Tido como independente diz que quer mudar o país, define-se a si próprio como anti-herói (citando Brecht) e sublinha: "Eu penso nos outros, logo existo’.
Pensar nos outros, talvez seja pensar como os outros. E como pensam aqueles que o apoiam e que têm sido os baluartes do sistema que tem levado os portugueses à pobreza e ao desespero? O ideal seria que qualquer candidato que se prepara para a grelha de partida dissesse: "sinto como os outros, logo existo."



1 comentário:

  1. Ser herói não tem nada de mal. Portugal até está numa situação em que precisa de heróis que defendam o país sem curar dos seus interesses pessoais. O problema do candidato é ser apoiado por alguns políticos que nunca quiseram ser heróis, que levaram o país à situação em que se encontra, mas que souberam muito bem tratar da sua vida e que demonstraram, muitas vezes, falta de respeito por alguns dos heróis que, por ironia, os puseram no poder.

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