"A História do Banco do meu Avô"
"Vamos IMAGINAR coisas…
Vamos imaginar que o meu avô tinha criado um Banco num País retrógrado, a viver debaixo de um regime ditatorial.
Depois, ocorreu uma revolução.
Foi nomeado um Primeiro-Ministro que, apesar de ser comunista, era filho
do dono de uma casa de câmbios. Por esta razão, o dito
Primeiro-Ministro demorou muito tempo a decidir a nacionalização da Banca (e, como tal, do Banco do meu avô).
Durante esse período, que mediou entre a revolução e a nacionalização, a
minha família, tal como outras semelhantes, conseguiu retirar uma
grande fortuna para a América do Sul (e saímos todos livremente do País,
apesar do envolvimento direto no regime ditatorial)..."
Ler tudo in: blogue Aventar
A imaginação é ultrapassada, não poucas vezes,
pela realidade. Por isso a história do "Banco do meu Avô", pode não ser bem a que nos contaram, mas também é capaz de
ser pior, ou vir a sê-lo, do que aquilo que sabemos ou esperamos...
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terça-feira, 15 de julho de 2014
segunda-feira, 25 de outubro de 2010
Os "banksters"
Vem no Correio da Manhã de hoje a seguinte frase da eurodeputada do PS, Ana Gomes:
"Os "banksters" (banqueiros-gansters) criaram a crise. Os bancos devem agora ajudar os europeus a sair da crise."
Igual a si própria, Ana Gomes põe o dedo na ferida e chama os bois pelos nomes.
Damos de barato que alguns banqueiros podem até não ter culpa do colapso financeiro de que estamos a ser vítimas. Mas acreditar que aqueles que provocaram a crise podem ser os mesmos que nos vão ajudar agora é ser demasiado ingénuo. Lá diz o ditado: cesteiro que faz um cesto, faz um cento.
Vem a talhe de foice perguntar: por onde andam alguns culpados da crise do BPN?
"Os "banksters" (banqueiros-gansters) criaram a crise. Os bancos devem agora ajudar os europeus a sair da crise."
Igual a si própria, Ana Gomes põe o dedo na ferida e chama os bois pelos nomes.
Damos de barato que alguns banqueiros podem até não ter culpa do colapso financeiro de que estamos a ser vítimas. Mas acreditar que aqueles que provocaram a crise podem ser os mesmos que nos vão ajudar agora é ser demasiado ingénuo. Lá diz o ditado: cesteiro que faz um cesto, faz um cento.
Vem a talhe de foice perguntar: por onde andam alguns culpados da crise do BPN?
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