"O euro tem os dias contados" e Portugal devia ser dos primeiros países a terminar com a "tentativa fútil de permanecer na moeda única", afirma Desmond Lachman, antigo director adjunto do Fundo Monetário Internacional (FMI), numa entrevista exclusiva ao Expresso".
In: Expresso
Este será o melhor caminho? Não sabemos mas, infelizmente, estas afirmações enquadram-se no texto da postagem anterior e não se trata só de pessimismo gratuíto.
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sábado, 6 de agosto de 2011
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Pior do que o Cabo das Tormentas
"Défice do Estado triplicou em Junho"
“Nunca tivemos algo de semelhante na nossa história ao nível da dívida. No futuro, ou temos alguma coisa de diferente, ou esta situação da dívida externa bloqueia completamente o nosso crescimento económico”…
In nillo tempore, éramos respeitados na Europa; fomos grandes, dobrámos o Cabo das Tormentas, combatíamos os piratas e demos novos mundos ao Mundo, “em guerras e perigos esforçados”.
Hoje, com outra Europa e “piratas engravatados”, não passamos de pedintes à beira do colapso e em dívidas afogados.
(In: Público on-line)
“Nunca tivemos algo de semelhante na nossa história ao nível da dívida. No futuro, ou temos alguma coisa de diferente, ou esta situação da dívida externa bloqueia completamente o nosso crescimento económico”…
In nillo tempore, éramos respeitados na Europa; fomos grandes, dobrámos o Cabo das Tormentas, combatíamos os piratas e demos novos mundos ao Mundo, “em guerras e perigos esforçados”.
Hoje, com outra Europa e “piratas engravatados”, não passamos de pedintes à beira do colapso e em dívidas afogados.
(In: Público on-line)
quinta-feira, 26 de maio de 2011
A Escola e a memória
Escola Industrial e Comercial da Figueira da Foz, agora Dr. Bernardino Machado.
Aqui estudei, tendo frequentado o Curso Industrial e o Curso Geral do Comércio que conclui com bom aproveitamento.
Aqui encontrei bons mestres, bons professores; a maioria, infelizmente, já faleceu.
Passei o testemunho aos meus filhos que, depois, voaram mais alto para a Universidade de Coimbra.
Estudar é conhecer, aprender, para progredir na vida. Quem deixa de aprender, deve deixar de ensinar...
Por fim, recordar é viver. E mesmo que, por vezes, nem sempre se consiga chegar onde se quer, vive-se tanto mais, quanto mais nos aproximarmos dos objectivos que cada um de nós se propôs atingir.
(Foto: Carlos Fidalgo)
quinta-feira, 13 de janeiro de 2011
Mais uma vitória de Pirro
Foram colocados 1.250 milhões de euros da dívida pública. 80% dos compradores são estrangeiros. Obrigações a 10 anos à taxa de juro de 6,716%. Segundo vários analistas um valor totalmente incomportável para uma economia que vai entrar em recessão em 2011 e que tem crescido 0,5% ao ano nos últimos dez anos. E se a economia não cresce como vamos pagar e sair deste atoleiro?
Cerca de 2/3 do IRS são para pagar juros da dívida ao exterior e Bagão Félix é peremptório: estamos a endividar-nos para empobrecer não para investir.
Moral da história: estamos falidos e ninguém o quer assumir publicamente. Talvez com medo que os portugueses se passem dos "carretos" e comecem a pedir contas a quem levou o País a esta situação. Quer isso aconteça ou não, de uma coisa temos a certeza: a venda da dívida, é mais uma vitoria de Pirro a que outras se seguirão que vão deixar muitos cadáveres pelo caminho para gáudio e engorda dos abutres do costume!...
Pós texto: Só depois de ter publicado esta postagem é que me dei conta no jornal I que o Nobel da Economia, Krugman, rotulou de "Leilão de acções pírrico" a nossa venda da dívida pública. O meu título sobre o mesmo tema pode parecer plágio, mas não é. Pensei ainda em retirar o texto, mas acabo por mantê-lo porque se tratou de pura coincindência.
Cerca de 2/3 do IRS são para pagar juros da dívida ao exterior e Bagão Félix é peremptório: estamos a endividar-nos para empobrecer não para investir.
Moral da história: estamos falidos e ninguém o quer assumir publicamente. Talvez com medo que os portugueses se passem dos "carretos" e comecem a pedir contas a quem levou o País a esta situação. Quer isso aconteça ou não, de uma coisa temos a certeza: a venda da dívida, é mais uma vitoria de Pirro a que outras se seguirão que vão deixar muitos cadáveres pelo caminho para gáudio e engorda dos abutres do costume!...
Pós texto: Só depois de ter publicado esta postagem é que me dei conta no jornal I que o Nobel da Economia, Krugman, rotulou de "Leilão de acções pírrico" a nossa venda da dívida pública. O meu título sobre o mesmo tema pode parecer plágio, mas não é. Pensei ainda em retirar o texto, mas acabo por mantê-lo porque se tratou de pura coincindência.
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