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quarta-feira, 11 de julho de 2012

A propósito do "Todos haveremos...

A propósito da postagem: "Todos haveremos de ser UM"...

Eu sei que há muito boa gente que não gosta do estilo, nem do tema. Eu sei que me dizem que a tropa "não manda nada" e que quem manda são as elites e o poder económico (ao que eu respondo que prefiro que seja o poder civil a mandar desde que mande bem).
Eu sei até que sou um "cota" demasiado preocupado e talvez ultrapassado por conceitos que não encaixo bem. Assim, em face do que vejo e que era preferível não ver nem sentir, seria mais cómodo meter a viola no saco e deixar correr o marfim...
Seria até mais inteligente...
Mas há princípios que muitos de nós aprendemos, jurámos solenemente e, para o bem ou para o mal, não esquecemos. Tão simples quanto isso!...

Eis um juramento que a maioria dos cidadãos fez enquanto militares:

«Juro, como português e como militar, guardar e fazer guardar a Constituição e as leis da República, servir as Forças Armadas e cumprir os deveres militares. Juro defender a minha Pátria e estar sempre pronto a lutar pela sua liberdade e independência, mesmo com o sacrifício da própria vida.»

Sabe-se hoje que alguns preceitos da Constituição não estão a ser cumpridos.
Em última instância a quem compete guardar e fazer guardar a Lei Fundamental?

domingo, 9 de janeiro de 2011

Direitos civis

" É perfeitamente constitucional confiscar sem indemnização os rendimentos das pessoas. É igualmente constitucional o Estado decretar unilateralmente a extinção das suas obrigações apenas em relação a alguns dos seus credores, escolhendo naturalmente os mais frágeis. E finalmente é constitucional que as necessidades financeiras do Estado sejam cobertas aumentando os encargos apenas sobre uma categoria de cidadãos. Tudo isto é de uma constitucionalidade cristalina. "- Via Outramargem.