Mostrar mensagens com a etiqueta PEC. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta PEC. Mostrar todas as mensagens

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

Previsão do PEC em 2011


DESPESA

1.TGV ADIADO: construção das linhas de alta velocidade entre Lisboa/Porto e Porto/Vigo são adiadas durante dois anos.
2.CORTE NO INVESTIMENTO PÚBLICO: o peso do investimento público no PIB vai cair de 4,2% em 2009 para 2,9% em 2013.
3.SALÁRIOS CONGELADOS: os funcionários públicos vão ter aumentos salariais abaixo da inflação até 2013.
4.APOIOS À ECONOMIA: algumas das medidas anti-crise, como o alargamento do subsídio de desemprego e o subsídio de contratação de jovens, vão ser retiradas já em 2011.
5.TECTO MÁXIMO PARA BENEFÍCIOS FISCAIS E DEDUÇÕES: os contribuintes vão passar a ter um tecto máximo para os montantes dos benefícios e deduções fiscais de que poderão beneficiar.
6.CORTE NAS PRESTAÇÕES SOCIAIS: o Governo vai cortar em 0,5% os gastos com prestações sociais até 2013.


RECEITA
1.NOVO ESCALÃO DE IRS: o Governo cria um novo escalão de IRS de 45% para quem tenha rendimentos anuais superiores a 150 mil euros. A nova taxa será temporária e vai durar até 2013. Estas medidas incidem já sobre os rendimentos obtidos em 2010.
2.TRIBUTAÇÃO DAS MAIS-VALIAS DA BOLSA: os contribuintes que detenham acções há mais de um ano vão perder a isenção e passar a estar sujeitos a uma taxa de 20%.
3.PRIVATIZAÇÕES: Esta será a principal via para reduzir a dívida pública. O Governo prevê um encaixe de 6 mil milhões de euros de receitas.

Nota: Elementos recolhidos do Diário Económico que eventualmente poderão ter sido agravados com as medidas do OE em discussão.

sexta-feira, 26 de março de 2010

PEC passa com apoio envergonhado do PSD

"A aprovação do Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC), ontem no Parlamento, é insuficiente para aplacar as críticas das agências de rating. Os juros que os portugueses terão de pagar por causa da desclassificação da qualidade da dívida manterão, assim, uma forte tendência de subida que acumulará com o agravamento já esperado à medida que o Banco Central Europeu for aumentando as suas taxas de juro de referência. E a "credibilidade" das contas públicas é um jogo que continua em cima da mesa."- Ver aqui.

Obviamente que o apoio teria que ser envergonhado, mas com algum proveito e conivência de certas e gradas figuras do PSD, porque muito da culpa do descalabro a que o País chegou se deve também ao partido laranja que se tem revesado no poder com o PS. Lá diz o ditado: "quem parte e reparte e não fica com a melhor parte ou é tolo ou não tem arte".
Talvez porque a "arte," também nunca faltou a estes "barões", sobejamente conhecidos, é que, quando a porca da política torce o rabo, quem acaba por pagar a crise é o povo que faz sempre o papel de tolinho!...