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terça-feira, 13 de maio de 2014

Duas ideias, a mesma conclusão

 "Partido político é um agrupamento de cidadãos para defesa abstracta de principios e elevação concreta de alguns cidadãos"- Drumond de Andrade

"Em política, a «honestidade» não conta nem como estratégia nem como índice para avaliação dos outros. Ser «honesto» em política actuante é ser parvo." - Vergílio Ferreira

Confrontando as afirmações acima, com as conhecidas práticas dos políticos domésticos que nos governaram nos últimos anos, só podemos concluir que a maioria deles de honestos não tem nada. E de parvos muito menos. Com efeito, parvos têm sido os portugueses que votam sempre nos mesmos, contribuindo deste modo  para a manutenção do sistema e a permanência dos seus contumazes algozes no poder.

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Transparência, pouca; integridade, a ver vamos...


"A associação Transparência e Integridade denuncia aquilo que chama "o início de uma avalanche de nomeações políticas para ocupar mais de 1.200 cargos dirigentes que estão vagos em empresas e organismos do Estado" e exige reformas urgentes para as nomeações."

Ler tudo aqui: Destak

O "tacho, a cunha e o fado", passam por ser "instituições nacionais"; ninguém quer acabar com elas, a começar pela maioria dos políticos e a acabar no cidadão comum.
Quanto à transparência é pouca e, quanto à integridade, a ver vamos!... Mas como poderá ser diferente com os mesmos que nos governam há mais de 30 anos e nos quais o povo votou outra vez?

terça-feira, 26 de julho de 2011

Tachos

"São muitas as linhas por onde se cose a nova administração da CGD, ou como o banco público serve de laboratório da coligação. Veja o vídeo do autor. "

http://www.ionline.pt/conteudo/139284-tachos-da-caixa-administradores-ficam-com-negocios-privados

O "tacho" e o fado são instituições nacionais que ninguém quer que acabem.

domingo, 3 de abril de 2011

Contratos e promoções, antes das eleições...

"O Governo demissionário não parou de contratar e promover funcionários após o chumbo do PEC 4 a 23 de Março. De acordo com as publicações em Diário da República contabilizadas pelo jornal «Diário de Notícias», o Executivo de José Sócrates assinou 85 nomeações e 71 promoções."
Fonte-Agência Financeira


Apesar da tão apregoada contenção da despesa; dos cortes de salários na função pública e nas pensões; da não progressão nas carreiras o executivo, em fim de linha, faz o que sempre soube fazer melhor: assegurar "tachos" e promoções aos boys, assessores e gestores da mesma familia endividando cada vez mais o Estado.
Não é por acaso que dizem em surdina: "favores só para os do partido e amigos; para os outros, cumpra-se com a lei."
O problema é que nem com a lei cumprem, em meros actos de gestão corrente, quando os destinatários não lhes dizem nada ou não são da cor.
Pós-texto:
Para mais detalhes clicar aqui.http://www.inverbis.net/