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sábado, 23 de fevereiro de 2013

Foi pior do que aquilo que se pensa

A contestação e o descontentamento continuam e não se sabe como isto vai acabar. Quem desvaloriza a situação está a fechar os olhos ao que é óbvio. As vaias a Relvas no ISCTE podem ser vistas neste vídeo:

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Que se lixe a Tróika

Intervenção popular organizada pelo movimento "Que se lixe a Tróika" em protesto na AR.





Esta foi uma intervenção com mais impacto e elevação do que aquela de muito mau gosto que foi proferida aqui por FJV e que o Sr.Ministro Relvas disse respeitar denotando também falta de chá e de sentido de Estado.

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

O político e a frase

"Cavaco diz que portugueses têm de ter vergonha por haver pessoas com fome em Portugal".

Uma frase que não faz sentido, dita por quem a disse. Os grandes culpados dessa fome é uma determinada classe política, essa sim, que tem tido sempre as rédeas do poder e que devia ter vergonha do que tem feito.- SIC


domingo, 11 de julho de 2010

Passos Coelho e a "golden-share"

«José Sócrates condenou as críticas de Passos Coelho em Madrid sobre a utilização da 'golden share' na PT, considerando que não honram «as boas tradições da política portuguesa».

As recentes sondagens revelam que os portugueses querem mudar de políticas.Querem alguém que procure novos rumos e tire o País da crise em que se encontra.
É natural porque a sua magra bolsa está no limite e sabem que as exigências que lhes vão ser feitas para a combater não vão ficar por aqui. Mas é cada vez mais notório que substituir José Sócrates por Passos Coelho, não só não vai resolver a situação como até vai piorá-la.

quarta-feira, 28 de abril de 2010

O que diz Santana Lopes


O país está falido e ninguém deu por nada?

1 - É necessário um Governo de Salvação Nacional, que deveria incluir o PCP;

2 - É essencial proceder a um levantamento rigoroso, exaustivo e discriminado da Dívida Externa Portuguesa.

Começo por aqui, repetindo ideias que já defendi várias vezes, porquê?

Porque muitas pessoas preferem seguir em frente, não querendo convencer-se de que um tempo acabou. Ou não sabem – ou sabem e têm medo de o assumir.

Pergunta simples: será que a crise que nos assaltou era tão difícil de prever?

Ao que parece era, senão vejamos:

"O primeiro-ministro considerou que o crescimento do PIB português no segundo trimestre mostra que «estamos a sair da recessão» e que há indicações de que este crescimento é para continuar."
«Com este resultado, Portugal sai tecnicamente da recessão económica em que se encontrava. Portugal é aliás um dos poucos países europeus que sai da recessão técnica enquanto o conjunto dos países europeus continua em recessão», assinalou.

Isto foi dito pelo 1º Ministro há cerca de oito meses.

Damos de barato que o engº., José Sócrates, não mentiu. Se o fez, pior ainda, mas é óbvio que errou os cálculos. Por isso não admira que o Edifício esteja prestes a ruir.



quinta-feira, 1 de abril de 2010

Esperança e nevoeiro


Qual D. Sebastião, aí está o novo "Rei Laranja" que, avisadamente, não concordou com o PEC, dando a ideia ao vulgo que pretende mudar alguma coisa para depois, se chegar ao poder, ficar tudo na mesma.

O tal PEC que promete desbaratar a fraca resistência dos “plebeus,” irremediavelmente ligados pelo cordão umbilical aos grandes interesses económicos e políticos, numa simbiose forçada e quiçá desumana.

A política do centrão em que dois são iguais a um, e vice-versa, tem o futuro garantido. E as manhãs de nevoeiro também!...

(Foto caçada ao blogue Xatoo)

terça-feira, 30 de março de 2010

O fim da Fábula Socrática



OPINIÃO


Pelo que se depreende dos media, nos bastidores da política, já se ensaia o fim do consulado socrático. João Cravinho diz que “o PS está numa deriva à direita” e que Paulo Portas “está a dar lições de esquerda ao 1º Ministro.” Considera ainda que sendo o PEC essencial para atingir o objectivo da consolidação das finanças públicas quem deveria pagar é quem pode mais.”

Como já aqui referi, não questiono se o PEC é ou não necessário, mas ponho em causa que sejam precisamente aqueles que menos ganham, as vítimas da gula e do desvario capitalista que pretende branquear políticas e fraudes caseiras, com a tão apregoada crise mundial. O antigo monstro, agora travestido de PEC, continua de fauces escancaradas a engolir a classe média. E porque a dieta é também para o pé descalço, o monstro vai continuar na engorda com os restos dos trabalhadores, com a míngua generalizada das prestações sociais, da saúde, com obrigação daqueles terem de aceitar emprego com remunerações inferiores às habituais. Os 150 mil empregos prometidos no início do seu consulado, foram o início da fábula de Sócrates. A taxa de desemprego que estava em cerca de 6,5%, excede hoje os 10% e isto, por si só, é mais do que sintomático.

Com o Pacto de Estabilidade e Crescimento, que em boa verdade deveria ser chamado de encolhimento, porque de crescimento nada tem, a crise vai continuar e mesmo agudizar-se com o aval dos partidos responsáveis por ela, com início marcado e sem fim à vista. E nem a promessa do perdão para quem fizer regressar dos offshore a riqueza subtraída ao País, alegra, nem convence ninguém. Nem sequer os prevaricadores...

Cientes da situação, emergem algumas figuras socialistas que põem em causa a actual política desastrosa de governo, procurando candidaturas alternativas a José Sócrates acossados agora, obviamente, pela imagem do novo líder do PSD. Entre eles avultam, entre outros, Alfredo Barroso, João Cravinho, António José Seguro, Vera Jardim, Ana Gomes e o próprio presidente da AR, Jaime Gama que, segundo se consta, “crê que este Governo não conseguirá aguentar o mandato até ao fim”.

Nos bastidores, e não só, como o têm dito já publicamente, reconhecem que a fábula Socrática não passa disso mesmo: uma fábula. Quanto ao fim do seu mandato isso fia bem mais fino, porque alguns soaristas de peso ainda não se pronunciaram. Quando o fizerem, Sócrates será certamente apeado. Por isso não se percebe bem o apoio do grande mentor socialista ao actual 1º Ministro a não ser porque tem alguns “esqueletos” no armário...

Há quem diga que um deles é o socialismo “tout court”, invenção pragmática do socialismo na gaveta de que o governo actual é um péssimo exemplo, mais que estafado!...

sábado, 27 de março de 2010

Passos Coelho novo líder do PSD


É oficial: Pedro Passos Coelho é o novo líder do PSD. Foi o acto eleitoral mais popular de sempre na história do partido-Ver aqui.

Demasiado cedo para fazer conjecturas. Mas que o País precisa de uma oposição forte e credível, que se afaste do oportunismo tradicional, lá isso precisa...

quinta-feira, 18 de março de 2010

Portas dá lições de esquerda...

"João Cravinho critica PS por ter entrado “numa deriva à direita” com o Programa de Estabilidade e Crescimento (PEC). O ex-ministro das Obras Públicas do governo de António Guterres salienta que até o líder do CDS, Paulo Portas, está a “dar lições de esquerda” ao primeiro ministro, José Sócrates."



Ver aqui no DN.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

"A Política e o fogo de artifício"



OPINIÃO

O 1º Ministro José Sócrates, chamou ontem a meio da tarde, Manuela Ferreira Leite a S. Bento para a informar da posição do Executivo sobre a alteração `lei das Finanças Regionais: não recuar perante a oposição.
O ministro Teixeira dos Santos, por sua vez, diz que irá usar “todos os instrumentos legais e políticos ao seu alcance” para recusar a aplicação da lei que permite um endividamento para as Regiões de 50 milhões de euros, aprovada esta tarde ,em bloco, pela oposição!

Paulo Portas e os outros líderes, acusam José Sócrates de querer um pretexto para abandonar o barco ou o novo pântano.
Pântano ou não, a oposição, no caso vertente, está a meter os pés pelas mãos e a avaliar mal o chefe do executivo. Sabendo-se, como se sabe, que ele é determinado, por vezes, para o bem ou para o mal, o que tem dado origem a várias polémicas nos media, o certo é que a sua personalidade é a antítese da de Guterres e não nos parece ser compatível com a deserção do seu posto.

Alberto João, o principal interessado no regabofe do despesismo da Madeira a quem o Tribunal de Contas já pediu a devolução de fundos ilegalmente aplicados em campanhas eleitorais, na região, disse hoje que: “o País está farto disto”. “É importante que haja um outro primeiro – ministro”; provavelmente da sua cor, dizemos nós!

Ao contrário do discurso grandiloquente e das aparentes intenções, peregrinas, de boa vontade e estabilidade, propaladas pela oposição, o que se vê na prática é o acender do rastilho que poderá, eventualmente, levar à “explosão do País” num espectáculo de pirotecnia tão do agrado do de “Sua Majestade”, o rei da Madeira, e de uns tantos “brincalhões” políticos, que não se aperceberam, ainda, que estão sentados num verdadeiro barril de pólvora.

quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010

"A Lei das Finanças Regionais"

OPINIÃO
“A reunião do Conselho de Estado terminou hoje às 21h45, quase cinco horas depois do seu início, tendo sido Jaime Gama o primeiro a sair, logo seguido do ex-presidente da República, Mário Soares, ambos sem prestar declarações”.
Quando Alberto João Jardim saía, foi abordado pelos jornalistas que lhe perguntaram se a reunião tinha corrido bem ao que ele respondeu, laconicamente:” bom Carnaval para todos.”- Sol.

Antes do início da reunião do CE, os dirigentes do MND-Madeira em frente do Palácio de Belém, diziam: “ajudem os madeirenses, mas não dêem dinheiro ao Alberto João”, alegando que “o vil metal”, vai sempre para os mesmos.
Supõe-se que a alteração à lei das Finanças Regionais que o CDS e o PSD, tanto têm apoiado, e que tem sido o pomo de discórdia com o Governo, tivesse sido discutida. Se a referida lei que vai ser dissecada em plenário na próxima sexta feira, for aprovada, José Sócrates e Teixeira dos Santos, já ameaçaram demitir-se. Resta saber se isto não passa de estratégia para os opositores arrepiarem caminho ou de um “pretexto” para abandonarem o Governo como diz Paulo Portas, com cuja acusação não concordo.
Ora é este mesmo Paulo Portas que pretende que se atribua ao orçamento da Madeira mais 74,6 milhões de euros (segundo o telejornal da SIC), sabendo-se que a sua dívida actual ascende a 1.200 milhões de euros quando a dos Açores é pouco mais de 320 milhões.
Atendendo à grave situação que o País atravessa, creio que José Sócrates e o ministro das finanças têm razão em não ceder às pressões do PSD e do CDS nem às pretensões de AJJ que não tem parado de fazer exigências, utilizando, às vezes, um palavreado “vernáculo” pouco recomendável. Se ninguém o fizer agora, com tão boas razões, qualquer dia, o próprio PR, que ele trata ou tratou já, por Sr. Silva, terá que se pôr de cócoras (como alguém já disse) para agradar a “Sua Majestade” o rei da Madeira.
Posto isto, não se entende como é que os dois partidos, PSD e CDS, depois de terem acordado na passagem do próximo Orçamento de Estado do Governo, queiram pôr agora em causa a sustentabilidade do mesmo, por via do “cisma” das alterações da lei das Finanças Regionais!

(PS.: os valores acima podem não estar correctos)

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Autarcas reduzem salários em 10%

Um exemplo a seguir:

"Os autarcas eleitos e os nomeados da Câmara Municipal de Vidigueira decidiram ontem, segunda-feira, numa medida inédita em Portugal, reduzir em 10% os seus salários, como forma de contribuir para o aumento do vencimento dos funcionários que auferem o salário mínimo nacional. "
Ver aqui no JN


Para a maioria dos nossos políticos e grande parte do patronato, que só mandam apertar o cinto ao cidadão comum que vive honrada e esforçadamente do seu trabalho (quando o tem), esta medida iria causar muitos "engulhos" às boas consciências. Iria, escrevia eu, só que já dizia o meu avô que, a "consciência, era uma cabra velha que já morreu há muitos anos!"

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

"Um saco de gatos", sem ideias, sem alternativas!

O termo "um saco de gatos" que cito no meu post do dia 23, curiosamente, foi hoje utilizado pela jornalista do CM, Constança Cunha e Sá. Diz o seguinte:

"Dividido em grupos e grupinhos, o PSD não é mais do que um saco de gatos onde já ninguém se entende.


Supondo que o tempo, por si só, se encarregaria de produzir um milagre de dimensões incalculáveis, a direcção do PSD decidiu fechar os olhos à situação interna do partido para se dedicar em exclusivo à magna questão do Orçamento do Estado. Os resultados estão à vista. Terminadas as "negociações" com o Governo, durante as quais o PSD se distinguiu pela inconsequência das suas posições, é impossível ter uma ideia, por mais vaga que seja, sobre o conteúdo destas negociações."
Ver o artigo completo aqui.

sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Parlamento aprova "casamento homossexual"


"Portugal tornou-se o oitavo país do mundo a legalizar o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A proposta do Governo foi aprovada esta manhã, no Parlamento, com os votos de a favor de toda a esquerda parlamentar e contra de toda direita."
Ver aqui.
Todos nós gostaríamos que Portugal fosse o oitavo país do mundo no progresso e nas condições de vida dos cidadãos. Mas, é isto o que os governantes têm para nos oferecer!
O Parlamento chumbou a proposta de referendo apoiada por mais de 90.000 assinaturas, ignorando, assim, talvez a maioria dos portugueses com opinião diferente sobre esta matéria. Este é um dos defeitos da democracia representativa que pode levar, como levou, à aprovação de leis contrárias ao sentimento do povo em geral. Uma situação destas seria impensável num País, como a Suiça, por exemplo, que pratica a democracia directa.


quarta-feira, 16 de dezembro de 2009

"Freitas do Amaral e o orçamento"- Opinião


O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros, Freitas do Amaral, disse hoje que Portugal está numa situação difícil de governação, mas não de "ingovernabilidade" e que o grande teste à estabilidade política vai surgir com o Orçamento de Estado para 2010.
Ver aqui.

A propósito das muito respeitáveis declarações de Freitas do Amaral que continua a não querer perder protagonismo, sendo prova disso algumas piruetas do seu passado político recente, contrárias à sua matriz conservadora, reconhecemos a pertinência de algumas das suas afirmações. Mas não podemos deixar de acrescentar o seguinte:
Fizeram-se coisas boas na última legislatura, mas muito do que se passou de mau neste país durante a mesma, deve-se a um estilo pessoal e ao deslumbramento de se ser primeiro ministro, aliado ao deslumbramento de se ter uma maioria parlamentar, que ignorou quase olimpicamente a oposição, numa atitude muito pouco democrática! O resultado foi o que se viu e o povo, com medo, decidiu votar de modo diferente. Há que respeitar essa decisão, fazendo agora acordos em conformidade com o novo leque parlamentar. Só com flexibilidade, competência e humildade o actual governo conseguirá conquistar a oposição e esta, por sua, vez tem que estar à altura da confiança que lhe foi dada no sentido de resolver a grave crise do País em que pontifica uma taxa de desemprego perto do 10% e um endividamento diário de 60 milhões de euros.
O orçamento de Estado para 2010 não pode ser o pomo de discórdia, aparentemente inultrapassável, das oposições e do governo. Mas também não tem de ser o orçamento do PS para o País, mas sim o de todas as forças partidárias em consenso que, no Parlamento representam o Povo. E aí reside, na nossa opinião, o verdadeiro "calcanhar de Aquiles" de quem não sabe, não quer ou não tem feitio para governar sem maioria absoluta e quer impor à viva força uma linha de rumo de matriz única quando é certo que a saída da crise está na pluralidade das ideias. A filosofia do partido único de má memória já a conhecemos. E a metade de uma sardinha para cada português também!
É chegada a hora de todos os partidos, sem unanimismos bacocos, se entenderem no essencial, num projecto de orçamento que tenha como objectivo único fazer sair o País da tristeza "apagada e vil" em que se encontra, sem o que a Nação, com mais de 900 anos de história, correrá o sério risco de perder a sua própria independência e comprometer, definitivamente, o futuro de milhões de portugueses que não querem deixar de o ser.

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

"O fantasma das eleições antecipadas"



"Ricardo Rodrigues, número dois da bancada socialista, admitiu hoje à Renascença que o governo pode não aguentar até ao final da legislatura, se a oposição continuar com este comportamento. "

Ver aqui as declarações do deputado socialista.

Governar sem a maioria no Parlamento não é dificil nem inédito nas democracias Europeias. Parece não ser este, porém, o entendimento do partido do Governo a dar crédito a algumas declarações avulsas que emergem nos media e na AR e agora reiteradas pelo deputado do PS.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Medina Carreira no Casino


Ontem no Casino da Figueira no programa "125 minutos com..." o fiscalista e antigo ministro das Finanças do alto dos seus 78 anos afirmou: "os políticos portugueses não querem justiça, porque senão vão todos presos"...
Disse ainda referindo-se ao Parlamento:"Aquilo vale tanto como a Assembleia Nacional do Salazar. Eles não valem nada, não têm voz activa" - Ver aqui no DC.
O que precede e o vídeo seguinte dão uma nítida dimensão da crise que o país atravessa. Medina Carreira anda a "miar" e a dizer as mesmas coisas há mais de 20 anos, mas elas vão piorando e ninguém lhe dá ouvidos. Porque será? Estamos num país de surdos e cegos?!...
(Foto DN)


segunda-feira, 30 de novembro de 2009

"No reino da sucata"

"Era uma vez um reino à beira mar plantado"...
"A justiça já investiga há tempos e chama à coisa face oculta suponho que porque não se sabe de nada ao certo..."
In Jornal de Leiria - Ver aqui o resto do artigo - págª. 17

domingo, 29 de novembro de 2009

"Capitão de Abril, capitão de Novembro"


Assim se assume o Coronel, Rodrigo de Sousa e Castro, capitão de Abril e de Novembro, ex-conselheiro da revolução, em entrevista que pode ser lida no suplemento "Domingo" do Correio da Manhã de hoje. Aquele título é, aliás, o do seu livro que vai brevemente lançar.
Perfil:
"Rodrigo de Sousa e Castro nasceu numa aldeia de Celorico de Basto em 1944. Desde os tempos do colégio que dizia querer ser oficial do exército, tendo ingressado na Academia Militar em 1963, onde cursa Artilharia. Mobilizado para a guerra colonial, faz duas campanhas em Angola (1967/69) e Moçambique (1970/72). De regresso a Portugal, adere ao Movimento dos Capitães (também a sua patente) e participa activamente no 25 de Abril de 1974. Após a revolução é membro do Conselho da Revolução e apoia o Grupo dos Nove no 25 de Novembro 1975. Em 1982 passa à reserva como coronel. É casado tem dois filhos e um neto."
Com um rosto que deixa perceber as marcas do tempo e do desencanto, escapeliza as razões do 25 de Novembro e põe em causa a qualidade da actual democracia, chegando a dizer: "Os partidos não são as escolas de virtudes cívicas que deviam ser. Há muitos políticos que têm comportamentos indecentes. Um comportamento indecente é, por exemplo, ganhar 100 (cem) vezes o ordenado mínimo. Digo mais é um comportamento pornográfico".
E cleptocrático também, digo eu!...
Uma entrevista que deve ser lida integralmente.
(Foto de João Cortesão)

segunda-feira, 26 de outubro de 2009

Tomada de posse do XVIII Governo Constutucional

(Foto-Lusa)

"O novo Governo, chefiado pelo primeiro-ministro José Sócrates, reuniu ao início da tarde pela primeira vez em Conselho de Ministros, depois de esta manhã o Presidente da República ter empossado o novo executivo."-LUSA".

Acima estão as caras do novo executivo que tomou hoje posse.

As expectativas são muitas. Aguardemos, serenamente, para ver os resultados!.