"Um dos autores (Carlos Mulas) do relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) para a
refundação do Estado português foi demitido esta quarta-feira da
direcção da Fundação Ideas, que pertence ao Partido Socialista Operário
Espanhol (PSOE), por suspeita de desvio de verbas."
Esta notícia não nos admira nada. Por cá também há muita gente desta. Supostamente salvadores da Pátria impõem medidas draconianas ao país, invocando recomendações de interposta entidade (FMI) e não se coibem de desviar fundos para o BPN, BANIF', fundações e coisas quejandas. E nem sequer reduzem as suas mordomias, fazendo do povo "besta de carga" que tem de aguentar tudo.
É preciso não esquecer que o tal relatório do FMI, recomenda cortes nas pensões até 20% e subida da idade de reforma; a redução de de funcionários públicos; cortes na educação e na saúde (eutanásia encoberta?) no maior ataque ao Estado Social de que há memória desde o 25 de Abril.
O referido Carlos Mulas, ladrão de colarinho branco, conforme notícia acima, é co-autor do famigerado relatório que está a ser cumprido à risca pelo governo.
Se dúvidas havia, ficamos a saber que FMI, Mulas e muletas escreve-se tudo com as mesmas letras.
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quinta-feira, 24 de janeiro de 2013
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Recessão e dívida pública vão continuar
"Ao contrário do Governo e das instituições
que integram a troika (Comissão Europeia, FMI e BCE), a Organização para a
Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE ) ainda não antecipa a inversão da
trajectória da dívida pública nacional."
Muitas das medidas tomadas pelo governo para tirar o país do buraco em que se encontra, têm prejudicado a recuperação da economia e pagamento da dívida. Com os salários e pensões a diminuírem, o IRS, IRC e a generalidade dos impostos a aumentarem, o consumo privado retrai-se e a economia não recupera. Os sinais da recessão são evidentes e a presunção das boas medidas para a combater, não passam disso mesmo, isto é, presunção que só a agravam, como o atesta o paulatino desmembramento do Estado Social e a triste e fria realidade dos números. Não é por acaso que as previsões da OCDE estimam um aumento da taxa de desemprego de 16,9% no próximo ano (mais de um milhão e quatrocentos mil portugueses desempregados).
Há muitos avisos de que Portugal prossegue no caminho errado para sair da crise. É urgente inverter o rumo actual, valorizar o trabalho, apostar na retoma da economia e da produção, abandonar os "orçamentos questionáveis" e as políticas contraditórias ditadas por estranhos. A menos que haja uma intenção deliberada de levar o país à insolvência com todas as trágicas consequências que daí resultariam para o nosso povo.
Muitas das medidas tomadas pelo governo para tirar o país do buraco em que se encontra, têm prejudicado a recuperação da economia e pagamento da dívida. Com os salários e pensões a diminuírem, o IRS, IRC e a generalidade dos impostos a aumentarem, o consumo privado retrai-se e a economia não recupera. Os sinais da recessão são evidentes e a presunção das boas medidas para a combater, não passam disso mesmo, isto é, presunção que só a agravam, como o atesta o paulatino desmembramento do Estado Social e a triste e fria realidade dos números. Não é por acaso que as previsões da OCDE estimam um aumento da taxa de desemprego de 16,9% no próximo ano (mais de um milhão e quatrocentos mil portugueses desempregados).
Há muitos avisos de que Portugal prossegue no caminho errado para sair da crise. É urgente inverter o rumo actual, valorizar o trabalho, apostar na retoma da economia e da produção, abandonar os "orçamentos questionáveis" e as políticas contraditórias ditadas por estranhos. A menos que haja uma intenção deliberada de levar o país à insolvência com todas as trágicas consequências que daí resultariam para o nosso povo.
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Portugal de joelhos
O cerco fechou-se. A crise internacional não explica tudo:
A porca da política, os gestores de "elite", a mentira e os governos que não governaram, dobram pela terceira vez os joelhos de Portugal aos interesses da banca europeia e não só.
Ver vídeo de José Mário Branco em: http://youtu.be/5tn4RLrLLxE
A porca da política, os gestores de "elite", a mentira e os governos que não governaram, dobram pela terceira vez os joelhos de Portugal aos interesses da banca europeia e não só.
Ver vídeo de José Mário Branco em: http://youtu.be/5tn4RLrLLxE
terça-feira, 9 de novembro de 2010
FMI cada vez mais perto
Segundo a SIC eram 09H54 da manhã quando os juros da dívida portuguesa ultrapassaram os 7,008%. O limite fixado por Teixeira dos Santos para a entrada do FMI era de 7,00%.
O economista José Gomes Ferreira explica o complot dos mercados ou a contradição aparente desta subida depois de ter havido acordo sobre o OE:
O economista José Gomes Ferreira explica o complot dos mercados ou a contradição aparente desta subida depois de ter havido acordo sobre o OE:
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