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sexta-feira, 17 de abril de 2020

O puzzle vai-se encaixando



Para reflectir.
"Em recente conferência na Califórnia, Gates revelou uma agenda oculta da sua filantropia: a redução da população mundial, também conhecida como eugenia."

A recente pandemia do covid 19 está a por o mundo à beira de uma crise de consequências imprevisíveis nunca vistas. Seja qual for a origem da mesma ou de outras semelhantes, parece que a sua criação radica num projecto sombrio há muito engendrado por forças diversas poderosas, quiçá maléficas que não olham a meios para atingir os fins a que se propuseram a que não é alheio o interesse dos laboratórios e do suposto filantropo: Bill Gates.

Talvez não seja despiciente dizer que os loucos que pontificam no mundo de hoje, precisam que os cegos, continuem cegos e não percebam que não se trata da tosquia do rebanho (isso foi sempre os que os grandes interesses fizeram) mas, outrossim, o que está em curso é o dizimar do rebanho para se imporem pelo medo à impotência dos mais frágeis e assim conseguirem poder e dinheiro.

O puzzle vai-se encaixando e se não resultar ainda desta vez, as tentativa vão continuar. A NOM assim o exige.

terça-feira, 7 de abril de 2020

A conquista do Paraíso




A conquista do Paraíso

Em quarentena por causa do covid-19, o vídeo acima, A conquista do Paraíso, suscitou-me uma reflexão sobre a globalização em curso e a Nova Ordem Mundial que não é a mais que a tentativa da conquista do poder por algumas nações de topo que pretendem ter, a todo o custo, a hegemonia da economia, seja ela capitalista neoliberal ou comunista capitalista. Haverá, por parte das mesmas, outras intenções piores. Mas, por agora, não vamos por aí. O que eu quero dizer é que foi Portugal quem deu os primeiros passos no sentido da globalização no bom sentido, sem submeter os povos ao tacão da ditadura ou do comunismo, cujo conceito à época dos descobrimentos não existia. Existiu sim, "um Papa com o nome de João XXI, nascido em Lisboa que escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Existiram sim, portugueses que fizeram feitorias, negociavam nas terras que descobriam, levaram as tulipas, o chocolate e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram a África a proteger-se contra a malária… e introduziram na Índia o ensino superior, o caril e as chamuças e, no Japão, a têmpera e as armas de fogo. ”in: A primeira Aldeia Global.

Não se sabe bem aonde nos vai levar a globalização e os poderes ocultos que pontificam na presumível Nova Ordem Mundial. O que sabemos é que “A conquista do Paraíso” é um antigo sonho do Homem que devia ser conseguido por todos, para todos, e não apenas para alguns, cujos verdadeiros objectivos nos escapam.

Pós-texto: esta minha reflexão já não é nova. Pode ser visto aqui tema idêntico e mais completo.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Crise e globalização


A crise portuguesa é resultado da "incapacidade de Portugal de se adaptar às tendências económicas globais", disse hoje o chefe de missão do Fundo Monetário Internacional (FMI), Abebe Aemro Selassie.

Talvez ele tenha razão, mas só em parte. Em primeiro lugar porque os problemas do nosso País devem-se aos interesses domésticos e de grupo dos nossos actuais governantes. Segundo porque a globalização não é, de todo, nenhuma novidade para os portugueses. E digo isto por que, há tempo, li o livro A Primeira Aldeia Global (Como Portugal mudou o Mundo) do escritor inglês Martin Page, que diz, detalhadamente, serem os portugueses a darem os primeiros passos no sentido da globalização. Pode ler-se no início do referido livro o seguinte:

“Após a conquista de Lisboa, pelos Normandos, o novo Portugal levou Veneza à bancarrota e tornou-se a nação mais rica da Europa. Antes der ser eleito Papa, com o nome de João XXI, Pedro Hispano, nascido em Lisboa, escreveu um dos primeiros compêndios modernos sobre Medicina que, um século mais tarde, era livro de consulta obrigatória em quase toda a Europa. Os portugueses levaram as túlipas, os chocolates e os diamantes para a Holanda, introduziram na Inglaterra, o hábito do chá das cinco e deram a Bombaim a chave do Império. Ensinaram África a proteger-se contra a malária e levaram carregamentos de escravos para a América. Introduziram na Índia o ensino superior, o caril e as chamuças e, no japão, a tempera e as armas de fogo.”

Ao ler este texto não podemos deixar de sentir uma certa auto-estima e orgulho de ser português, por um lado e, por outro, sentir desgosto pela situação de crise e dependência em que nos encontramos hoje. E como foi isto possível? A esta pergunta há que dar uma resposta despretensiosa e sucinta:

O assalto ao poder de alguma classe política,  pesporrente, pós 25 de Abril (este feito com boas intenções) com interesses que não eram os de Portugal; a falta de uma estratégia credível para enfrentar os novos desafios decorrentes da descolonização  (fim do "Mundo GlobalPortuguês"); a incompetência de muitos, aliados à corrupção nacional subsequente, com graves culpas para as elites que nos têm governado neste últimos vinte anos, deram origem a uma dívida pública de mais de 190 mil milhões de euros (a terceira mais elevada da Europa).
Como resolver isto?

1-Primado da Justiça:
É imperativo chamar à responsabilidade quem desbaratou os dinheiros públicos, ir buscar o dinheiro a quem o esbulhou e meter na prisão os culpados.

2-Nenhum agricultor lança sementes novas, em terras alheias:
É necessário criar condições e empregos aos novos valores e inteligências que há no país e não incentivá-los a emigrar como se tem feito, o que é um sinal de desnorte e de incapacidade de quem o faz:

3-Ninguém põe vinho novo em odres velhos:

É preciso criar novas políticas e dar oportunidade a novos políticos não comprometidos com a actual situação. Para tanto, urge apear dos lugares de responsabilidades todos os que têm culpas do actual descalabro do país, por muita consideração que alguns deles nos possam merecer por razões institucionais. Não podemos continuar a ser ingénuos ao ponto de  acreditar que os mesmos que puseram Portugal de joelhos é que vão resolver a situação, sem o agravamento brutal das condições de vida do povo já de si precárias.
Se esta ou qualquer outra accção não for feita, vai ser muito difícil sair da crise com alguma dignidade e alento para enfrentarmos os problemas da  nova globalização da qual, hoje, somos vítimas e não autores.


Nota: Porque poderia ficar a ideia de que sou adepto da globalização (não sou) fiz uma pequena correcção na parte final do último parágrafo. 
 

 

 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Que democracia é esta?



"Livre de dogmas políticos, de ideologia rígida ou sabedoria convencional, Gerard Celente, cujo lema é "pensar por si mesmo", observa e analisa os acontecimentos atuais formando as tendências futuras para o que são - não para a forma como ele quer que elas sejam."

Depois de vermos este vídeo em pormenor há uma pergunta que fica no ar: que democracia espúria é esta que a UE nos está a impingir? A resposta é dada pelo próprio Gerarde Celente com uma frontalidade que arrepia: "Isto não é democracia é fascismo puro e simples."