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domingo, 5 de junho de 2011
Pedro Passos Coelho 1º Ministro de Portugal
Aí está o resultado esperado destas eleições legislativas:
PSD 38,63%; PS 28,05%; CDS 11,74%; CDU 7,94%; BE 5,19%.
Hecatombe do PS
A direita consegue a maioria absoluta no Parlamento
Pedro Passos Coelho é o novo 1º Ministro de Portugal
“Depois destas eleições não pode haver mais qualquer tolerância com a corrupção, com a lavagem da responsabilidade na ruína do País, com a promiscuidade e os interesses contrários ao povo ou ofensa à liberdade”.
Pós-texto:
(Ver aqui resultados provisórios no Concelho da Figueira da Foz e Tavarede)
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Vemos, ouvimos e lemos...
"Uma nova versão da canção do Francisco Fanhais actualizada aos dias de hoje. Continuamos a ver, ouvir e ler, mas o mais importante é não ignorar e agir!"
Estamos em tempo de mudança e concordo que devemos agir. Mas, creio que existe neste vídeo uma orientação de voto que não é tão linear e inocente como parece.
Uma grande parte dos cidadãos continua indecisa porque já não acredita nos políticos que temos nem sabe em quem votar. Os dois principais partidos têm culpas, quase por igual, da miserável situação a que se chegou e que foi agravada nos últimos seis anos por obra e (des) graça do governo PS. Um governo sem ideologia, ou cuja ideologia tem sido a dos interesses dos lobbies do poder e dos boys do partido que o apoiam.
Acontece, porém, que os partidos do chamado "centrão", estão comprometidos com as políticas emergentes impostas pela troika, logo, com pouca margem de manobra para melhorar a vida dos portugueses nos próximos anos.
Assim, é evidente que a campanha eleitoral em curso, do modo como tem sido feita, circunscreve-se à atribuição mútua de culpas para caçar votos, porque eles (os da campanha) sabem, que os portugueses sabem, que é tudo "farinha do mesmo saco"
e que desconfiam, também, dos outros partidos minoritários, igualmente incapazes de os livrar do garrote da crise.
Esta é a triste realidade que se nos depara e é em função disso e a pensar nisso que temos de decidir no próximo dia 5 de Junho.
Nesta circunstâncias, as próximas eleições legislativas não vão alterar os sacrifícios que nos esperam. E, sendo assim, é imperativo que o voto dos portugueses traduza, pelo menos, um gesto claro de repúdio dos políticos que puseram o país e os portugueses à mercê, mais uma vez, da usura e dos interesses da banca internacional e das imposições do FMI/CE/BCE.
(Vídeo e introdução (1º parágrafo) retirados do youtube)
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