quarta-feira, 16 de abril de 2014

O lado perverso da Páscoa



"Era costume, no período da Páscoa, soltar um prisioneiro que o povo escolhesse. Os soldados romanos haviam capturado há pouco, um criminoso de fama, chamado Barrabás. Era ladrão e assassino. Então Pilatos voltou-se para a multidão e perguntou-lhes:

"A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?" Mat.27:17. "Toda a multidão, porém, gritava: Fora com Este! Solta-nos Barrabás!"

Na realidade não era a multidão que gritava para soltarem Barrabás,  mas sim a elite daquele tempo que detinha o poder: os chefes dos sacerdotes, os vendilhões do templo que tinham sido expulsos por Jesus, os fariseus e os escribas que estavam apostados em sacrificar a “Verdade, o Caminho e a Vida"...

Dois mil anos depois, em Portugal nesta Páscoa, repete-se um episódio idêntico e perverso da história: Duarte Lima é libertado , crucificando-se assim a verdade e a justiça na defesa de interesses inconfessados e quiçá, para proteger outra figuras proeminentes ligadas a tão sinistra personagem.


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