"António Mendonça, ministo das Obras Públicas, defendeu esta segunda-feira que o TGV e o novo aeroporto vão ter "retorno e efeitos dinâmicos na economia" e anunciou que no final desta semana será contractualizada a concessão do primeiro troço da alta velocidade entre Poceirão e Caia."
Sobre o TGV o Limonete já postou um artigo de opinião aqui.
Existem opiniões de vulto, contra este projecto, que dizem interessar mais à vizinha Espanha por razões económicas, sim, mas ao que parece mais por razões políticas. Não é por acaso que a rede do TGV irradia de Madrid para o resto da península. E, a propósito, não deixa de ser curioso que, no último programa do Expresso da Meia Noite, o entrevistador Ricardo Costa perguntou a Luís Nazaré (economista presidente da assembleia geral do Benfica) se o TGV deve continuar ou ser suspenso, ao que este respondeu: o TGV é estratégico na ligação de Portugal ao centro da IBÉRIA. E alguém já questionou: "O que quer isto dizer? Que Portugal pertence ou poderá vir a pertencer a um país chamado Ibéria em que a Madrid é a capital?" Portugal já é uma província como a Catalunha, País Basco, Andaluzia ou Galiza?"
E as perguntas inevitáveis continuam: será curial avançar com este projecto em que o timing, a actual situação financeira,as condições sociais e a nossa deficiente rede ferroviária interna não o aconselham?
Talvez seja interessante ver aqui mais uma resposta das muitas que têm sido dadas.
segunda-feira, 3 de maio de 2010
Transportes Mariano, sob rodas desde 1957

No jornal "Público" de hoje, no suplemento "Portugal Inovador", vem em foco os Transportes Mariano que tem sede na Figueira da Foz. Uma empresa que perante os novos desafios da UE, tem sabido manter o equilíbrio face a uma quase feroz concorrência no sector, graças ao poder de adaptação e à tenacidade de uma cuidadosa administração.
É um tema cuja leitura recomendamos na íntegra para se ter uma ideia das dificuldades dos transportes TIR.
Questionada sobre apoios estatais a Drª. Maria da Graça Mariano responde que "não é nada significativo. No entanto o Governo tem uma receita de 60% sobre cada litro de gasóleo (ISP) para cobrir despesas que devia ter mais cuidado em gastar." Acrescentando: "ninguém pode dar aquilo que não tem".
Às judiciosas palavras da sócia gerente dos Transportes Mariano, seja-nos permitido acrescentar que "os Governos" têm tirado precisamente a quem faz falta e esbanjado com o que e quem não devia.
(Clicar na imagem para aumentar)
sábado, 1 de maio de 2010
O 1º de Maio e a prenda dos governantes

Serão já 588 mil os desempregados em Portugal, estima o Eurostat, com base em cálculos relativos a Março. Este valor, não ajustado de sazonalidade, tem implícita uma taxa de desemprego de 10,7%, uma décima acima do que no mês anterior, e que compara com os 9,2% registados há um ano.
Só uma pergunta: qual vai ser o futuro dos trabalhadores do meu País?
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Passos Coelho à frente de Sócrates
Pela primeira vez em três anos, o PSD lidera nas intenções de voto, revela a sondagem da Marktest para o Diário Económico/TSF- Ver aqui.
É cedo para foguetórios. Mas, alguns gerontes políticos e outros lobbies do poder, começaram já a redireccionar posições publicamente. Não querem abdicar dos privilégios e sinecuras com os quais contribuiram para a crise. Mas o exemplo tem que vir de cima.
O emprego e a direcção da coisa pública, tem que ser entregue aos que estiverem melhor qualificados. Urge defender o primado da competência e da isenção e não o do compadrio.
Se assim não for e enquanto a moral do regime não mudar, o que se disser é sino que tine mas não ressoa. O sacrifício e a contenção têm de ser para todos,sem o que, a contestação das classes mais desfavorecidas, continuará.
E a das agências de rating também.
É cedo para foguetórios. Mas, alguns gerontes políticos e outros lobbies do poder, começaram já a redireccionar posições publicamente. Não querem abdicar dos privilégios e sinecuras com os quais contribuiram para a crise. Mas o exemplo tem que vir de cima.
O emprego e a direcção da coisa pública, tem que ser entregue aos que estiverem melhor qualificados. Urge defender o primado da competência e da isenção e não o do compadrio.
Se assim não for e enquanto a moral do regime não mudar, o que se disser é sino que tine mas não ressoa. O sacrifício e a contenção têm de ser para todos,sem o que, a contestação das classes mais desfavorecidas, continuará.
E a das agências de rating também.
quinta-feira, 29 de abril de 2010
Eleições no PS
Nas eleições para o Secretariado da Concelhia do PS da Figueira da Foz, há um candidato com um rosto bem conhecido dos Tavaredenses: Paz Cardoso.
Já foi vereador da Câmara Municipal e presidente da junta de freguesia de Tavarede.
“Paz Cardoso apresentou a sua candidatura ao início da noite de terça-feira. Melo Biscaia é o mandatário, José Iglésias o coordenador, Irene Costa a mandatária para as mulheres e Diana Rodrigues a mandatária para a juventude.
Os discursos convergiram na mobilização do eleitorado em torno “do rosto e da voz de um projecto de esperança”.
Tem ainda mandatários em todas as freguesias.” – in Diário da Beiras.
Ao meu amigo Paz Cardoso desejo-lhe boa sorte, mas acrescento que “um projecto de esperança” não chega, porque, “quem vive só de esperança, vive de vento: enche-se depressa mas não engorda”…
Convívio da C.ARTª. 87
Quarenta e sete anos depois do regresso de Angola (Maio de1963) os ex-militares da C.Artª. 87 do extinto RAP 3, vão estar presentes novamente na Figueira da Foz de onde partiram rumo a África.
O sacrifício foi muito, mas a esperança e a vontade de voltar foram maiores. Infelizmente não regressaram todos.
O convívio vai ser no próximo dia 29 de Maio (Sábado. Além da amizade de ex-camaradas de armas, motiva-os mais uma visita à cidade que nunca esqueceram!
Em baixo slide de alguns convívios:
O sacrifício foi muito, mas a esperança e a vontade de voltar foram maiores. Infelizmente não regressaram todos.
O convívio vai ser no próximo dia 29 de Maio (Sábado. Além da amizade de ex-camaradas de armas, motiva-os mais uma visita à cidade que nunca esqueceram!
Em baixo slide de alguns convívios:
quarta-feira, 28 de abril de 2010
O que diz Santana Lopes

O país está falido e ninguém deu por nada?
1 - É necessário um Governo de Salvação Nacional, que deveria incluir o PCP;
2 - É essencial proceder a um levantamento rigoroso, exaustivo e discriminado da Dívida Externa Portuguesa.
Começo por aqui, repetindo ideias que já defendi várias vezes, porquê?
Porque muitas pessoas preferem seguir em frente, não querendo convencer-se de que um tempo acabou. Ou não sabem – ou sabem e têm medo de o assumir.
Pergunta simples: será que a crise que nos assaltou era tão difícil de prever?
Ao que parece era, senão vejamos:
"O primeiro-ministro considerou que o crescimento do PIB português no segundo trimestre mostra que «estamos a sair da recessão» e que há indicações de que este crescimento é para continuar."
«Com este resultado, Portugal sai tecnicamente da recessão económica em que se encontrava. Portugal é aliás um dos poucos países europeus que sai da recessão técnica enquanto o conjunto dos países europeus continua em recessão», assinalou.
1 - É necessário um Governo de Salvação Nacional, que deveria incluir o PCP;
2 - É essencial proceder a um levantamento rigoroso, exaustivo e discriminado da Dívida Externa Portuguesa.
Começo por aqui, repetindo ideias que já defendi várias vezes, porquê?
Porque muitas pessoas preferem seguir em frente, não querendo convencer-se de que um tempo acabou. Ou não sabem – ou sabem e têm medo de o assumir.
Pergunta simples: será que a crise que nos assaltou era tão difícil de prever?
Ao que parece era, senão vejamos:
"O primeiro-ministro considerou que o crescimento do PIB português no segundo trimestre mostra que «estamos a sair da recessão» e que há indicações de que este crescimento é para continuar."
«Com este resultado, Portugal sai tecnicamente da recessão económica em que se encontrava. Portugal é aliás um dos poucos países europeus que sai da recessão técnica enquanto o conjunto dos países europeus continua em recessão», assinalou.
Isto foi dito pelo 1º Ministro há cerca de oito meses.
Damos de barato que o engº., José Sócrates, não mentiu. Se o fez, pior ainda, mas é óbvio que errou os cálculos. Por isso não admira que o Edifício esteja prestes a ruir.
terça-feira, 27 de abril de 2010
De que precisa o homem para viver bem?
Hoje, dia em que faço anos, dei à estampa o primeiro post do meu novo blogue, "Poesia e filosofia à beira mar".
"A ideia de lançar um novo blogue há muito tempo que me assediava porque existem alguns temas que não cabem no âmbito do blogue Limonete.
Depois de algumas hesitações este invólucro, já gasto, tal como uma lâmpada, com muitos anos de uso, teve um acréscimo de energia e ganhou nova alma."...
Ver aqui.
"A ideia de lançar um novo blogue há muito tempo que me assediava porque existem alguns temas que não cabem no âmbito do blogue Limonete.
Depois de algumas hesitações este invólucro, já gasto, tal como uma lâmpada, com muitos anos de uso, teve um acréscimo de energia e ganhou nova alma."...
Ver aqui.
segunda-feira, 26 de abril de 2010
Greve dos transportes

A semana vai ser complicada sobretudo para quem anda de transportes públicos. As greves começaram esta segunda-feira e prometem privar o país do acesso aos transportes públicos um pouco por todo o lado. - Ver aqui.
domingo, 25 de abril de 2010
Precisamos de um outro 25 de Abril...

O presidente da Associação 25 de Abril, Vasco Lourenço, defendeu no sábado, num jantar comemorativo da revolução, em Almada, que Portugal "precisa de um novo 25 de Abril pela justiça social".-Ver aqui
sexta-feira, 23 de abril de 2010
O que diziam os capitães de Abril em 2009
Gerir um processo de mudança” é aquilo que Abril tem para dar ao país de hoje, acredita Judas. “O 25 de Abril passou por aqui e está aqui. Mas há o falhanço da política, os ricos cada vez mais ricos e os pobres cada vez mais pobres, uma sociedade cada vez mais injusta, a perda de direitos alcançados com anos de luta, a vontade de repressão, sinais políticos evidentes de que se quer atemorizar as pessoas, fazer uma democracia mais musculada”, analisa Vasco Lourenço. E, por isso, “às vezes apetece fazer outro” 25 de Abril, reconhece.
“Foi algo excepcional, provavelmente irrepetível. É preciso que agora o povo o faça”, convida Andrade da Silva. “O que vejo hoje assusta-me. Pessoas tristes, mal-dispostas, parecem pré-programadas com um chip, sem momentos para pensar. Há uma multidão de polidores de esquinas, de homens encostados para aí, nas tabernas, a beber, a jogar à sueca. A 25 de Abril de 1974, era um país de uma alegria transbordante. Hoje é um país pobre, não do ponto de vista económico, mas sobretudo cultural, moral, republicano e civilizacional”, recorda, saudoso, Andrade da Silva. “O D de desenvolvimento também era de desenvolvimento humano”.
O diagnóstico está feito. Há que encontrar o remédio que passará, necessariamente,entre outros, pelo combate à corrupção, pela dignificação da justiça, na restrição das sinecuras, pela redução do número de deputados na AR (haja coragem) pelo NÃO ao compadrio político e pelo efectivo cumprimento do terceiro D: desenvolvimento.
A democracia precisa dos partidos, mas estes não podem ser donos de Portugal nem a correia de transmissão, cega, de interesses próprios e alheios!
“Foi algo excepcional, provavelmente irrepetível. É preciso que agora o povo o faça”, convida Andrade da Silva. “O que vejo hoje assusta-me. Pessoas tristes, mal-dispostas, parecem pré-programadas com um chip, sem momentos para pensar. Há uma multidão de polidores de esquinas, de homens encostados para aí, nas tabernas, a beber, a jogar à sueca. A 25 de Abril de 1974, era um país de uma alegria transbordante. Hoje é um país pobre, não do ponto de vista económico, mas sobretudo cultural, moral, republicano e civilizacional”, recorda, saudoso, Andrade da Silva. “O D de desenvolvimento também era de desenvolvimento humano”.
O diagnóstico está feito. Há que encontrar o remédio que passará, necessariamente,entre outros, pelo combate à corrupção, pela dignificação da justiça, na restrição das sinecuras, pela redução do número de deputados na AR (haja coragem) pelo NÃO ao compadrio político e pelo efectivo cumprimento do terceiro D: desenvolvimento.
A democracia precisa dos partidos, mas estes não podem ser donos de Portugal nem a correia de transmissão, cega, de interesses próprios e alheios!
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Ramalho Eanes preocupado com o futuro
O país vive uma “situação financeira dramática” resultante do “endividamento externo” e da “fraca capacidade de poupança”, o que impõe um “trabalho ciclópico”, avalia Ramalho Eanes. Em entrevista à Antena 1, o antigo Presidente da República manifesta-se “preocupado” com o futuro e lamenta que a Revolução de 25 de Abril de 1974 não tenha respondido “aos interesses legítimos da maioria dos portugueses”.
A três dias da comemoração do 25 de Abril, (e não festejos) as declarações do ex-presidente da República, porventura um dos homens mais sérios e empenhado no golpe militar, não deixam de ser sintomáticas.
Isto pode crer dizer que a revolução falhou ou que ficou adiada. Em qualquer dos casos e em face das actuais circunstâncias, urge perguntar: ficamos assim ou continuamos?!...
quarta-feira, 21 de abril de 2010
Conceitos de liberdade
Fiquei a saber, via Diário das Beiras, a propósito da chave e das ruas da cidade, que um político que lutou contra uma ditadura de direita, para nos impor outra de sinal contrário, bem pior, foi um lutador pela liberdade! É o que se pode concluir de uma afirmação de Lídio Lopes que não deixou de surprender, certamente, os seus correligionários e mesmo barricadas opostas.
Mas, a respeito de liberdade isso fia bem mais fino, pelo que não tenho dúvidas: prefiro Mário Soares.
Mas, a respeito de liberdade isso fia bem mais fino, pelo que não tenho dúvidas: prefiro Mário Soares.
terça-feira, 20 de abril de 2010
Capitão de Abril e de Novembro

O Coronel Sousa e Castro estará ámanhã na Figueira no Casino, pelas 18H30, para apresentar o seu livro, Capitão de Abril, Capitão de Novembro aos figueirenses e não só.
A apresentação será seguida de uma sessão de autógrafos.
Sobre esta singular figura de Abril o Limonete já publicou, há algum tempo, uma postagem que deve ser lida aqui com atenção.
(Clicar na imagem para aumentar)
sábado, 17 de abril de 2010
Foi o Soldado
"Foi o soldado não o jornalista quem nos deu a liberdade de imprensa.
Foi o soldado não o poeta, quem nos deu a liberdade de expressão.
Foi o soldado não o agitar de rua quem nos deu a liberdade de manifestação.
Foi o soldado, e não o advogado quem nos deu o direito e a justiça.
Foi o soldado, não o politico quem nos deu o direito de voto.
É o soldado, que saúda a bandeira que serve sob a bandeira cujo caixão está envolto pela bandeira que permite ao manifestante que queime a bandeira"
(Charles M. Province)
Foi o soldado não o poeta, quem nos deu a liberdade de expressão.
Foi o soldado não o agitar de rua quem nos deu a liberdade de manifestação.
Foi o soldado, e não o advogado quem nos deu o direito e a justiça.
Foi o soldado, não o politico quem nos deu o direito de voto.
É o soldado, que saúda a bandeira que serve sob a bandeira cujo caixão está envolto pela bandeira que permite ao manifestante que queime a bandeira"
(Charles M. Province)
Chave de Honra da cidade

Estranha, esta proposta para discussão e atribuição da Chave de Honra da cidade ao cidadão e ex-presidente da República Mário Soares. Uma personalidade prestigiada, é certo, e com o seu nome ligado à história recente de Portugal por razões bem conhecidas.
A questão, dada à estampa no Figueirense, já foi abordada por dois blogues locais: Outra Margem e Política de Choque.
A Figueira, porém, tem personalidades e razões mais próximas, para atribuir tal distinção.
Desconheço os princípios que regem a atribuição da Chave da Cidade e, por isso, corro risco de partir de uma premissa errada mas, se pode ser atribuída a titulo póstumo, estou a lembrar-me de duas figuras bem conhecidas dos figueirenses: uma a do Eng., José Coelho Jordão, recentemente falecido, a quem a cidade muito deve por ter contribuído de forma decisiva para o seu relançamento e progresso. E a outra, porque não, por razões diferentes, mas também notórias, José da Silva Ribeiro, insigne democrata, republicano, homem do teatro e grande orador que muito prestigiou a sua terra.
Certas honras, mais do que por razões políticas ou partidárias, deveriam ser atribuídas por critérios mais objectivos e por gratidão, em cumprimento de um elementar sentido de Justiça. Por isso, dói, que os citados figueirenses, que já fazem parte dos valores intemporais da história local, não tivessem já sido lembrados, oportunamente, para a atribuição da maior distinção honorífica Municipal.
Nota: a foto acima é apenas um símbolo; nada tem a ver, literalmente, com achave da cidade.
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Um paraíso para os criminosos
"Portugal está a tornar-se um paraíso para os criminosos. Já nem vão precisar de construir túneis ou ter helicópteros para fugir da prisão".
Isto é o que diz o general, Leonel Carvalho, criticando o novo Código de Execução de Penas- Ver aqui no DN.
Isto é o que diz o general, Leonel Carvalho, criticando o novo Código de Execução de Penas- Ver aqui no DN.
Comemorar Abril
(Clicar no cartaz para aumentar)Portugal continua a ser o País das contradições.
Na madrugada de 25 de Abril, o Capitão Salgueiro Maia disse, referindo-se à ditadura: "O estado a que isto chegou!..."
Decorridos que são 36 anos, muito por culpa dos que de Abril se serviram, e servem, "convenientemente", não se sabe ao estado a que isto vai chegar...
É imperativo continuar a cerrar fileiras para salvar ABRIL!
Conveniências
nas festas da falsidade,
o veneno vem em bandejas
e os punhais em lenços servidos
os burros vaidosos
(que confundem vanguarda com vanglória)
pedem-me um discurso,
ao que, ainda imune
aos venenos,
prontamente respondo
sem receber aplausos:
"minhas palavras,
sempre mal ouvidas,
nunca podem ser bem faladas
por serem tão malditas"
eu é que não sou besta:
em terra de cego,
quem tem um só olho
acha a saída
e se pica!
(Carlos ETC)
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Pare, escute e olhe
O filme (documentário) do jovem figueirense, Jorge Pelicano que é uma pedrada no charco das conveniências e decisões obscuras de certos políticos. A ver no CAE no dia 24 de Abril:
CAE FIGUEIRA DA FOZ
24 ABRIL
TRÁS-OS-MONTES, ESQUECIDO E DESPOVOADO, VÍTIMA DE PROMESSAS POLÍTICAS INCUMPRIDAS DOS QUE JURARAM DEFENDER A TERRA.
O ANÚNCIO DO PLANO NACIONAL DE BARRAGENS LANÇADO PELO GOVERNO DE JOSÉ SÓCRATES VOLTA A AMEAÇAR A REGIÃO TRANSMONTANA.
EM NOME DO PROGRESSO, A CENTENÁRIA LINHA FERROVIÁRIA E PATRIMÓNIO DO VALE DO TUA ESTÃO EM RISCO DE SUBMERGIR COM A CONSTRUÇÃO DA BARRAGEM DE FOZ-TUA.
AS NECESSIDADES DAS POPULAÇÕES NÃO TÊM PESO, O POVO NÃO TEM VOZ.
AS ASSIMETRIAS ENTRE O LITORAL E INTERIOR DE PORTUGAL NUNCA ESTIVERAM TÃO ACENTUADAS.
“PARE, ESCUTE, OLHE” É UM DOCUMENTÁRIO DE REFLEXÃO. MILITANTE NA DEFESA DO PATRIMÓNIO DO VALE DO TUA.
UM RETRATO ACTUAL DE UM PORTUGAL DOS DISCUTÍVEIS INVESTIMENTOS PÚBLICOS, MERGULHADO NUMA GRAVE CRISE ECONÓMICA.
“PARE, ESCUTE, OLHE” É UM ALERTA, UMA DENÚNCIA, UMA VISÃO A LONGO PRAZO DE PORTUGAL.
Para mais informações, solicitação de entrevistas ou envio de fotografias contactar: pare.escute.olhe@gmail.com T 966230699
(Recebido por mail)
O ANÚNCIO DO PLANO NACIONAL DE BARRAGENS LANÇADO PELO GOVERNO DE JOSÉ SÓCRATES VOLTA A AMEAÇAR A REGIÃO TRANSMONTANA.
EM NOME DO PROGRESSO, A CENTENÁRIA LINHA FERROVIÁRIA E PATRIMÓNIO DO VALE DO TUA ESTÃO EM RISCO DE SUBMERGIR COM A CONSTRUÇÃO DA BARRAGEM DE FOZ-TUA.
AS NECESSIDADES DAS POPULAÇÕES NÃO TÊM PESO, O POVO NÃO TEM VOZ.
AS ASSIMETRIAS ENTRE O LITORAL E INTERIOR DE PORTUGAL NUNCA ESTIVERAM TÃO ACENTUADAS.
“PARE, ESCUTE, OLHE” É UM DOCUMENTÁRIO DE REFLEXÃO. MILITANTE NA DEFESA DO PATRIMÓNIO DO VALE DO TUA.
UM RETRATO ACTUAL DE UM PORTUGAL DOS DISCUTÍVEIS INVESTIMENTOS PÚBLICOS, MERGULHADO NUMA GRAVE CRISE ECONÓMICA.
“PARE, ESCUTE, OLHE” É UM ALERTA, UMA DENÚNCIA, UMA VISÃO A LONGO PRAZO DE PORTUGAL.
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