"O antigo ministro da Saúde de Cavaco Silva, Arlindo de Carvalho, está
acusado de ter ficado ilegitimamente com mais de 80 milhões de euros do
Banco Português de Negócios (BPN), noticia esta sexta-feira o jornal i."
A "seita" está bem apoiada, mas não se livra que os seus "feitos" sejam notícia o que nos permite perceber como é que se enterrou o País e a qualidade das pessoas que nos governam.
Ter "ganho" mais de 80 milhões é um eufemismo de uma acção muito grave que tem um outro nome que já um simples e pobre português definiu do seguinte modo:
"Sei que pareço um ladrão
mas há muitos que eu conheço
que sem parecer o que são
são aquilo que pareço..."
António Aleixo
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sexta-feira, 8 de março de 2013
quarta-feira, 6 de março de 2013
Os Varas e os "Varões" assinalados...
"O governo de Passos Coelho decidiu entregar no final do ano passado ao
Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa a
documentação do Conselho de Ministros relacionada com um decreto-lei
sobre as farmácias. Este processo legislativo esteve sob suspeita de
tráfico de influências no âmbito do processo Face Oculta, mas acabou por
ser arquivada a 30 de Setembro de 2010 pelo departamento liderado pela
procuradora-geral adjunta Maria José Morgado. A chegada dessa nova
documentação obrigou a 9.ª Secção do DIAP de Lisboa a avaliar a
reabertura da investigação." I on-line.
Ao lermos esta notícia e tudo o que com ela está relacionado, não podemos deixar de notar, mais uma vez, o aparecimento do nome de um ex-1º ministro (já chateia) investido recentemente em "delegado de propaganda médica."
Camões que cantou os feitos Lusitanos diria agora da nova diáspora:
"Os Varas e os Varões assinalados
do ocidental País agora infecto
em negócios de sangue ivestigados
fazendo da saúde um negócio abjecto...
Trafulhas até ao desatino
deixando ao país um triste destino!..."
Ao lermos esta notícia e tudo o que com ela está relacionado, não podemos deixar de notar, mais uma vez, o aparecimento do nome de um ex-1º ministro (já chateia) investido recentemente em "delegado de propaganda médica."
Camões que cantou os feitos Lusitanos diria agora da nova diáspora:
"Os Varas e os Varões assinalados
do ocidental País agora infecto
em negócios de sangue ivestigados
fazendo da saúde um negócio abjecto...
Trafulhas até ao desatino
deixando ao país um triste destino!..."
sexta-feira, 15 de junho de 2012
Auxílio ilegal ao BPN
A Comissão Europeia não tem dúvidas e lamenta que Portugal tenha concedido ilegalmente auxílio estatal ao BPN, auxílio esse que já supera os 7,5 mil milhões de euros.
Se juntarmos isto ao caso das PPP.s (sector rodoviário-SCUT.s e outros) que "obriga o Estado ao pagamento anual de 2 mil milhões de euros durante 30 anos," e a outros conhecidos casos de corrupção que são mais que muitos, temos uma imagem de como se tem governado o País, empobrecendo desta forma os contribuintes e comprometendo as novas gerações.
Apenas uma nota: era bom que os portugueses percebessem que tem sido com políticos e governos destes, que têm estado no poder nos últimos anos, com uma matriz bem definida e uma actuação quase comum, que se chegou a este descalabro sem que praticamente ninguém seja preso nem responsabilizado.
Assim se tem desacreditado a democracia e a justiça e afundado Portugal para gáudio de alguns que vão enchendo os bolsos à custa da miséria alheia.
Até quando?
segunda-feira, 19 de março de 2012
sexta-feira, 28 de outubro de 2011
A revisão da História
..."O BPN contaminou criminosamente a economia nacional e vai continuar a onerar cada um dos orçamentos das famílias portuguesas, privando-as de rendimentos essenciais..."
Ver mais aqui.
Ah, como é bom viver
neste remanso,
sob o império do gamanço.
A caminho da pobreza
Na ditadura das finanças,
deixando que nos limpem o cu
como se fôssemos crianças
E aguardar uma ignota manhã
de nevoeiro
e resgatar o nosso dinheiro
Ah,
“Quanto é melhor, quando há bruma,
esperar por Dom Sebastião,
quer venha ou não!”
Ver mais aqui.
Ah, como é bom viver
neste remanso,
sob o império do gamanço.
A caminho da pobreza
Na ditadura das finanças,
deixando que nos limpem o cu
como se fôssemos crianças
E aguardar uma ignota manhã
de nevoeiro
e resgatar o nosso dinheiro
Ah,
“Quanto é melhor, quando há bruma,
esperar por Dom Sebastião,
quer venha ou não!”
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Ajudas suspeitas do Estado ao BPN
"Bruxelas suspeita que o país violou regras europeias em matéria de ajudas de estado, podendo em ultimo recurso obrigar o banco a devolver essa ajuda. A investigação vai apurar se o BPN "será uma entidade viável após a sua integração no futuro comprador, se o auxílio concedido ao BPN é limitado ao mínimo necessário para realizar a reestruturação, se foram adoptadas medidas suficientes para limitar a distorção da concorrência e se o processo de venda não implica um auxílio para o comprador".
(In D.Económico)
O imbróglio do BPN (objecto de uma nacionalização apressada e polémica) o desastre das parcerias público/privadas nos vários sectores de actividade (rodovias, saúde, parque escolar, etc.) com contratos feitos por gestores "topo de gama", em que o Estado saiu sempre a perder, e os fundos mal aplicados vindos da UE, são algumas das principais causas dos buracos financeiros e das suspeitas em curso.
Não tenhamos dúvidas: obrigaram-nos a entrar na barca da troika e os troikos e banqueiros, vão obrigar-nos a espiar os erros no inferno das dívidas e, o que é pior, na hipoteca vergonhosa da independência Nacional!...
Nota: reposição do post de ontem
--
(In D.Económico)
O imbróglio do BPN (objecto de uma nacionalização apressada e polémica) o desastre das parcerias público/privadas nos vários sectores de actividade (rodovias, saúde, parque escolar, etc.) com contratos feitos por gestores "topo de gama", em que o Estado saiu sempre a perder, e os fundos mal aplicados vindos da UE, são algumas das principais causas dos buracos financeiros e das suspeitas em curso.
Não tenhamos dúvidas: obrigaram-nos a entrar na barca da troika e os troikos e banqueiros, vão obrigar-nos a espiar os erros no inferno das dívidas e, o que é pior, na hipoteca vergonhosa da independência Nacional!...
Nota: reposição do post de ontem
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terça-feira, 23 de novembro de 2010
As surpresas do dossier BPN
Quem ler a revista Sábado de hoje, irá descobrir a páginas 76, 77, que um conhecido empresário cá do burgo dono de várias empresas, ligadas ao imobiliário, mais parece um balão inchado com euros do BPN. Confesso que não esperava por tanto!
Na lista do BPN de 31 de Outubro de 2008, consta que duas dessas empresas têm uma dívida de quase 44 milhões de euros. Uma outra firma do mesmo empresário, “ligada ao Parques do Mondego, tinha também obtido do BPN um crédito de 18,5 milhões.”
Na página 80 pode ler-se também que Pedro Lima, filho do ex-deputado do PSD, Duarte Lima, está a ser investigado por ter feito um negócio de milhões de euros com a administração do BPN liderada por Oliveira e Costa.
O dossier SLN/ BPN é fértil em casos destes. Esta é mais uma ponta do iceberg que não fica por aqui e não há ninguém que consiga explicar (ou haverá?) como é que estas entidades bancárias emprestavam assim dinheiro sem garantias. Porque se as houvesse era só accioná-las e ficava o assunto resolvido. Estaria já nos projectos dos Madoff “lusitanos” (leia-se Oliveira e Costa e quejandos) que seria o “Zé-dos-anzóis” a pagar o dinheiro que tão prodigamente foi oferecido a estes amigos do alheio?
Seria bom que as investigações em curso e a justiça repondessem a esta pergunta e agissem em conformidade, já que os cidadãos vulgares de Lineu, onde me incluo, esperam que se acabe de vez com a irresponsabilidade, o assalto da banca (via Europa incluída) e a impunidade reinantes que estão a esfrangalhar o nosso País.
Na lista do BPN de 31 de Outubro de 2008, consta que duas dessas empresas têm uma dívida de quase 44 milhões de euros. Uma outra firma do mesmo empresário, “ligada ao Parques do Mondego, tinha também obtido do BPN um crédito de 18,5 milhões.”
Na página 80 pode ler-se também que Pedro Lima, filho do ex-deputado do PSD, Duarte Lima, está a ser investigado por ter feito um negócio de milhões de euros com a administração do BPN liderada por Oliveira e Costa.
O dossier SLN/ BPN é fértil em casos destes. Esta é mais uma ponta do iceberg que não fica por aqui e não há ninguém que consiga explicar (ou haverá?) como é que estas entidades bancárias emprestavam assim dinheiro sem garantias. Porque se as houvesse era só accioná-las e ficava o assunto resolvido. Estaria já nos projectos dos Madoff “lusitanos” (leia-se Oliveira e Costa e quejandos) que seria o “Zé-dos-anzóis” a pagar o dinheiro que tão prodigamente foi oferecido a estes amigos do alheio?
Seria bom que as investigações em curso e a justiça repondessem a esta pergunta e agissem em conformidade, já que os cidadãos vulgares de Lineu, onde me incluo, esperam que se acabe de vez com a irresponsabilidade, o assalto da banca (via Europa incluída) e a impunidade reinantes que estão a esfrangalhar o nosso País.
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