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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Rafael Carriço: "Sou artista, não sou político"


Nota positiva para Rafael Carriço que à frente do CAE não desmereceu a confiança que nele depositaram, pese embora as críticas de alguma oposição.

Em declarações ao Diário das Beiras disse: "eu sou um artista, não sou político", o que aliás só o faz subir na consideração dos seus conterrâneos
e não deixa de envergonhar, por outro lado, alguns "artistas" cá do burgo e pretensos gestores políticos, que deixaram a Câmara no caos financeiro que se sabe.



sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Daniel Santos e a crise da Câmara


Em entrevista ao Diário das Beiras, Daniel Santos disse:

"A ideia que eu tenho é que o passivo da Câmara no final do nosso mandato era de 15 milhões de euros e quando o segundo mandato de Duarte Silva terminou era de 90 milhões de euros."

Esta afirmação do líder do Movimento 100%, embora já fosse do conhecimento público, não deixa de ser espantosa. E a maioria dos munícipes tem que questionar:

E não há culpados? E um dos autores desta gestão danosa ainda teve a lata (passe o plebeísmo do termo) de se recandidatar a presidente da Edilidade?

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Dos projectos e coisas quejandas...

Com um estilo rococó, com demasiadas curvas e floreados, alguém na blogosfera local pretende de tempos a tempos, dar lustre ao modesto desempenho, até ao momento, da autarquia que, talvez por razões compreensíveis, não tem conseguido fazer melhor para alavancar a Figueira da mediania em que se encontra.

Não vem daí mal nenhum ao mundo. Só se discorda do modo pouco ortodoxo de apresentar os assuntos que, no meu ponto de vista, pretende condicionar a opinião dos munícipes menos atentos.
Com o “projecto”, indaga-se por um projecto novo (passe o pleonasmo) para o Concelho e para o turismo da cidade.

Mas, foi traído por algumas contradições, citações de pessoas respeitáveis que amaram a sua terra, mas já funéreas, num mistifório confuso com feiras do livro, subsídios ah doc e por uma citação inadequada ou mesmo infeliz: a da figueira que secou, por falta de frutos, à ordem do Mestre.

É óbvio que a figueira de Mateus 21, foi utilizada como parábola que representa alguns homens que só têm folhas e pouco mais.
Se os seus discípulos não dessem frutos seriam amaldiçoados tal como aquela árvore . Era esta a mensagem subliminar de Cristo aos seus apóstolos se falhasssem no projecto de salvar almas. De resto não era tempo de figos-S. Marcos 11 12:13.
Portanto há que dar tempo ao tempo.

Ora a cidade não tem culpa de quem
enterrou os talentos (frutos) na areia ou lhes deu descaminho no passado, e muito menos terá no presente ou no futuro, se não houver alguém que consiga inverter a actual situação no sentido do progresso. O potencial está cá, mas é necessária alguém com imaginação e “Talent de bien Faire”, como Henrique o Navegador, para se conseguir o desiderato de dar à Figueira o rumo que merece e sair da malapata em que se encontra.

E por mais projectos que existam (pretexto de quem muito pensa e pouco obra) se não houver imaginação e determinação de uma “ínclíta geração” de autarcas e empresários que lhes dêem corpo, é o mesmo que pintar ou escrever sobre "golfinhos na floresta e javalis no mar" que o resultado é o mesmo.

A Figueira não precisa de “se precipitar no mar”; a Figueira, precisa, outrossim, de lançar ao mar (passe a expressão) quem lhe fez mal no passado e, quiçá, quem lhe fizer mal no futuro se não forem concretizadas algumas das promessas que foram feitas em tempo de eleições... com ou sem "projecto!"...

sábado, 10 de abril de 2010

O Logótipo


A propósito do novo logótipo para a Figueira da Foz, Miguel de Almeida vem hoje a terreiro no Diário de Coimbra, a defender aquele símbolo criado por Santana Lopes quando foi Presidente de Câmara.
Concordo quando é dito pelo vereador da oposição que o actual logótipo “é há muito uma marca adquirida e que identifica a Figueira da Foz de uma forma visível que até empresas a utilizam.”
Pessoalmente entendo que o logótipo está bastante conseguido e representa, a contento de muitos figueirenses, a ideia que se tem da cidade.
Miguel de Almeida poderá ter algumas razões de ordem afectiva, para defender a sua tese é certo. Mas isso até lhe fica bem. Mas já não concordamos quando afirma que se pretende com esta medida “apagar a imagem de Santana Lopes na sua passagem pela autarquia”. Não me parece ser essa a ideia.

Se assim for, peca por despropositada, até porque haverá razões mais válidas para gastar dinheiro do que com coisas tão mesquinhas. O acto de remover um símbolo que eventualmente fará lembrar o seu autor, quando importa passar à história, com iniciativas que dêem lustro ao burgo é o mesmo que “andar a coar mosquitos e a engolir camelos”!... E, pese embora algumas das actuais sequelas provocadas por despesas desnecessárias na altura, sobretudo com imóveis, vem a talhe de foice dizer que lustro não faltou à Figueira no tempo de Santana Lopes.

(PS.:-Por inoperância do servidor, estou com problemas na net há cerca de dois dias o que me tem dificultado o contacto com os meus leitores. Estas duas últimas postagens foram feitas em casa de um meu familiar. Espero em breve ultrapassar a situação).