terça-feira, 10 de junho de 2014

...os ABUTRES" cumprirão!

Parece que os corvos se foram embora, mas ficam atentos...



...os "ABUTRES" cumprirão!

Uma clara alusão à troika, na página principal da Revista da Asmir, e àqueles que nos irão sugar até ao tutano, definidos por abutres (políticos) animais necrófagos, que se alimentam de carne em decomposição. Piores de que os vampiros de Zeca Afonso que gostavam de sangue fresco....

NOTA - Definição de abutre, entre outras:
. - Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

  -Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

  -Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].
. Pessoa que espera ou deseja a morte ou o desaparecimento de outrem de modo a obter bens ou vantagens.

3. [Figurado]  Homem rapace. = COMILÃO, EXPLORADOR

4. [Figurado]  Pessoa que empresta dinheiro com juro excessivo. = AGIOTA, USURÁRIO

"abutre", in Dicionário Priberam da Língua Portuguesa [em linha], 2008-2013, http://www.priberam.pt/dlpo/abutre [consultado em 10-06-2014].



domingo, 8 de junho de 2014

Os "artistas" que nos governam...




Era com homens sábios deste quilate que deviam aprender os "artistas" de menor idade que nos governam há demasiado tempo...

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terça-feira, 20 de maio de 2014

A Música e a Alma

 Para relaxar um pouco e enfrentar o stress do dia a dia, esta fantástica interpretação do Mozart Group:


segunda-feira, 19 de maio de 2014

Votar com as tripas...

(...)"Nas eleições (europeias) de domingo, manifestação suprema do espírito europeu, a esmagadora maioria dos eleitores vai simplesmente abster-se por puro desinteresse. Os poucos que a tomam a sério irão votar não com a cabeça mas com as tripas." - César das Neves in DN.

Nada mais certo na afirmação do articulista que, apesar de tudo, pretende fazer o discurso laudatório de uma união europeia que tem sido para ricos e que está a falhar objectivos (como diz Helmut Schmidt) mas foge-lhe a verve para a verdade.
Obviamente que irão votar com as tripas e são precisamente aqueles que vão defender o "tacho" que o vão fazer, salvo, talvez, algumas raras excepções.

sábado, 17 de maio de 2014

Sem alma e grandeza



O antigo 1º ministro Guterres admitiu que há uma probabilidade, mesmo que mínima, de ser candidato presidencial
António Guterres abandonou o país no famoso "pântano" e foi para Alto-comissário das Nações Unidas para os Refugiados. “O PS rejubilou e entala António Costa. José Lello diz no Expresso, que candidatura de Guterres “só pode animar um povo descrente e desanimado”, esquecendo-se que crente e desanimado já o povo estava quando Guterres virou as costas ao País.
Atolado em idêntico pântano, "Durão Barroso arrumou os papéis e voou para Bruxelas, à procura de recuperar lá o prestígio abananado cá dentro."Ambos abandonaram os seus cargos deixando o povo à sua sorte e se, a candidatura de Durão Barroso à Presidência, é uma hipótese acarinhada no seio do PSD, a pergunta que se faz é se algum deles, atendendo ao que fizeram, sem alma e grandeza,  merece, sequer, ser  candidato a PR. E, aqui, a porca torce mais uma vez o rabo.

Bem dizia Voltaire:"A política tem a sua fonte na perversidade e não na grandeza do espírito humano."

A frase do dia

"Este clima liberal é, mais propriamente, um clima “safado”. As pessoas, ou se safam ou não se safam. Os que se safam aparecem todos contentes a proclamarem-se safados. Os que não se safam não têm direito a nada." - Miguel Esteves Cardoso

terça-feira, 13 de maio de 2014

Duas ideias, a mesma conclusão

 "Partido político é um agrupamento de cidadãos para defesa abstracta de principios e elevação concreta de alguns cidadãos"- Drumond de Andrade

"Em política, a «honestidade» não conta nem como estratégia nem como índice para avaliação dos outros. Ser «honesto» em política actuante é ser parvo." - Vergílio Ferreira

Confrontando as afirmações acima, com as conhecidas práticas dos políticos domésticos que nos governaram nos últimos anos, só podemos concluir que a maioria deles de honestos não tem nada. E de parvos muito menos. Com efeito, parvos têm sido os portugueses que votam sempre nos mesmos, contribuindo deste modo  para a manutenção do sistema e a permanência dos seus contumazes algozes no poder.

Um dia especial




 

Uma data de aniversário (13 de Maio) que há muito tempo se comemora em comum e que desejo se repita por muitos mais anos.
QUE O DIA DE HOJE SEJA CHEIO DE LEMBRANÇAS FELIZES DO PASSADO E DE GRANDES ESPERANÇAS PARA O FUTURO - PARABÉNS!

 

quinta-feira, 8 de maio de 2014

Mantendo a chama do convívio



 1º Convívio em 19 de Outubro de 2002

No próximo dia 11 de Maio (Domingo) realiza-se o 13º convívio dos ex-militares sobrevivos da C. Art.ª 87 na cidade da Figueira da Foz.

O primeiro convívio realizou-se no dia 19 de Outubro de 2002, 39 anos depois do seu regresso de Angola em 11 de Maio de 1963, graças à vontade e à carolice de um deles que conseguiu reuni-los na Figueira da Foz, que os vira partir dois anos antes, para aquela Província Ultramarina.

“Em 21 de Abril de 1961 foram 140 artilheiros do extinto RAP 3 que embarcaram no navio motor Niassa com destino a Angola, onde foram recebidos com grande euforia pela população que os aguardava na avenida marginal, pois dependia deles a segurança de pessoa s e bens. A guerra tinha começado poucos dias antes e já havia muitas vítimas e destruição a lamentar.
Depois foi o desbravar terreno até Quicabo, Icau, Ambriz e Úcua, retirando abatises, desobstruindo caminhos, protegendo populações e salvando o que ainda podia ser salvo naqueles itinerários de terror."

Contrariamente à sua especialidade os 140 artilheiros, actuaram no terreno, tal e qual a infantaria, em acções por regra só atribuída a companhias de caçadores, durante toda a sua comissão de serviço, cumprindo com uma missão para a qual não estavam preparados, sofrendo apenas duas baixas em combate, milagrosamente, pese embora a sua determinação e juventude que, em boa medida, lhes permitiram vencer as maiores dificuldades.

Vão fazer precisamente 51 anos no próximo Domingo dia 11 de Maio, que o contingente regressou à então Metrópole, com o sentimento do dever cumprido. E é para comemorar essa data que o reduzido grupo remanescente da C.Art.ª 87, se vai reunir, mais uma vez, num almoço de confraternização que servirá para recordar situações, algumas boas e outras de grande sacrifício, em que todos se mostraram unidos, o que deu origem a laços de amizade que jamais serão esquecidos.

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Soma e segue

João Alberto Correia, ex-diretor-geral da Administração Interna e responsável pela contratação de obras públicas no MAI, foi detido esta terça-feira, pela PJ, por suspeitas de corrupção, na sequência da operação lançada hoje ao início da manhã pela Unidade Nacional de Combate à Corrupção da Judiciária, em articulação com o Departamento Central de Investigação e Ação Penal. 

Perfil:
João Alberto Correia, filho de Rosado Correia (já falecido) que foi ministro num governo de Mário Soares e grão-mestre do Grande Oriente Lusitano, seguiu as pisadas do pai: é um destacado membro da maior loja maçónica do País. Arquitecto de Monsaraz, foi adjunto do secretário de Estado da Justiça.
(In Correio da Manhã).

Continuam a aparecer figuras de vários quadrantes políticos, com conotações a lobbies estranhos, que malbaratam o erário público para ficarem ricos e enriquecerem ilicitamente os seus amigos. O cidadão comum, que acaba por pagar tudo isto, já não acredita em nada, nem em ninguém. Nesta tempestade negra da corrupção e da impunidade, e não só, que continua a assolar e a definhar o País com uma desvergonha sem limites, os portugueses bem procuram a tal luz de má memória, "ao fundo do túnel," que os livre da tragédia dos sacrifícios que lhes são impostos dolosamente. Mas em vão. É que se do lado da política chove cada vez mais, do outro lado, da justiça, a escuridão é cada vez maior...

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Comemorações do dia de Tavarede



Nos dias 10 e 11 do próximo mês de Maio (Sábado e Domingo) haverá a tradicional festa em Tavarede que inclui a comemoração do dia da freguesia.

Tavarede, terra do Limonete, é uma das mais conhecidas freguesias do concelho da Figueira da Foz, tendo-lhe sido atribuído foral a 9 de Maio de 1516 por El-Rei D. Manuel.

Artes e Saberes vão estar estão em exposição na Junta de Freguesia e as tasquinhas têm ao dispor vários menus da gastronomia da região. 
Não falte a este evento, na certeza de que irá passar um dia diferente com alegria e boa disposição.

Nota: clique na imagem ou faça Ctrl + para ver o programa.
 


quarta-feira, 23 de abril de 2014

Um verdadeiro símbolo de Abril




A dois dias da comemoração dos 40 anos do 25 de Abril, lembramos o militar mais puro e generoso do movimento dos capitães. 

"Recusou, ao longo dos anos, ser membro do Conselho da Revolução, adido militar numa embaixada à sua escolha, governador civil do Distrito de Santarém e pertencer à casa Militar da Presidência da República. Foi promovido a major em 1981 e, posteriormente, a Tenente-Coronel."
 

Talvez por isso tivesse sido maltratado nas fileiras, pois em 1975 foi transferido para os Açores, só voltando a Santarém em 1979 onde ficou a comandar o presídio militar de Santarém o que não deixa de ser estranho para um homem com a sua coragem e o seu valor...

quarta-feira, 16 de abril de 2014

O lado perverso da Páscoa



"Era costume, no período da Páscoa, soltar um prisioneiro que o povo escolhesse. Os soldados romanos haviam capturado há pouco, um criminoso de fama, chamado Barrabás. Era ladrão e assassino. Então Pilatos voltou-se para a multidão e perguntou-lhes:

"A quem quereis que eu vos solte, a Barrabás ou a Jesus, chamado Cristo?" Mat.27:17. "Toda a multidão, porém, gritava: Fora com Este! Solta-nos Barrabás!"

Na realidade não era a multidão que gritava para soltarem Barrabás,  mas sim a elite daquele tempo que detinha o poder: os chefes dos sacerdotes, os vendilhões do templo que tinham sido expulsos por Jesus, os fariseus e os escribas que estavam apostados em sacrificar a “Verdade, o Caminho e a Vida"...

Dois mil anos depois, em Portugal nesta Páscoa, repete-se um episódio idêntico e perverso da história: Duarte Lima é libertado , crucificando-se assim a verdade e a justiça na defesa de interesses inconfessados e quiçá, para proteger outra figuras proeminentes ligadas a tão sinistra personagem.


Tempo de Páscoa

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"Páscoa é dizer "sim" ao amor e à vida; é investir na fraternidade, é lutar por um mundo melhor; é vivenciar a solidariedade."

quinta-feira, 10 de abril de 2014

Abril amordaçado



Os capitães de Abril não vão estar presentes nas comemorações do Dia da Liberdade, porque a Presidente da AR não os deixa falar. E a decisão dos militares é não estarem mais uma vez presente no plenário, como já acontecera em anos anteriores.

"Confrontada com a condição de usar da palavra imposta pelo presidente da Associação 25 de Abril para que os militares de Abril estejam presentes na sessão solene, Assunção Esteves respondeu: "O problema é deles".

O problema será só deles? Não. O problema é de todo um povo que acreditou nos ideais de Abril e sonhou com um País melhor para todos e começa a ter medo. O sonho está a tornar-se num pesadelo, porque o País está nas mãos dos que sempre odiaram a liberdade e consideraram sempre o povo massa acéfala e burro de carga.

Mas, há outros medos. Há medo de os militares de Abril se fazerem representar na AR e tomarem a palavra e repitam em Plenário, aquilo que já foi dito por um deles e que muitos supostos democratas não têm estofo para ouvir e muito menos para dizer:

"Estou inconformado com o país sequestrado pelo medo, dirigido por corruptos, por ladrões, por pessoas sem ética nem moral" - (V. Lourenço em 14 de Setembro de 2013)

terça-feira, 8 de abril de 2014

Quem é iníquo no mínimo...

"Quem é iníquo no mínimo, também é iníquo no máximo"
  (Lucas 16:10-11)

"O Tribunal Constitucional (TC) detectou irregularidades nas contas de 2009 de quase todos os partidos políticos, entre as quais donativos indirectos, deficiências nos documentos de suporte contabilístico e a impossibilidade de confirmação da origem de algumas receitas."
In Sol.
Se as contas dos partidos podem ser consideradas coisas mínimas (e não o são certamente) aí está um  bom exemplo de como funcionam a maioria deles, nomeadamente os que têm estado no arco da governação. A luta pelo poder por todos os meios e a qualquer preço, dá-nos uma ideia do tipo de pessoas que nos governam e da situação a que o País chegou...

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Imagens da nossa Terra

Avenida Brasil

A minha terra, linda cidade da Figueira da Foz, hoje Abril de 2014, às 19H30.

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quarta-feira, 2 de abril de 2014

Mais um processo de burla que prescreve

"O procurador-adjunto José Lemos - que começou a ser investigado após o CM ter denunciado o arquivamento, pouco claro, do processo contra Mesquita Machado - deixou prescrever um outro processo de burla e falsificação que lesou o Estado em quase um milhão de euros. O inquérito contra 11 arguidos corria no Tribunal de Braga e esteve quase quatro anos parado.

Em setembro de 2012, o procurador alegou que não havia provas contra os arguidos e ocultou que, mesmo que fosse essa a sua intenção, já não os podia acusar porque o caso estava prescrito. Este é apenas um dos muitos processos que o magistrado terá deixado prescrever e que levaram, aliás, a que o Conselho Superior do Ministério Público (CSMP) - presidido pela procuradora Joana Marques Vidal - determinasse que deveria ser suspenso durante cinco meses. O mesmo órgão decidiu ainda a sua transferência para o Tribunal de Vila Pouca de Aguiar.

José Lemos interpôs, entretanto, uma providência cautelar, no Supremo Tribunal Administrativo. O magistrado conseguiu voltar ao trabalho enquanto não há trânsito em julgado da decisão.

Segundo o acórdão que o Correio da Manhã consultou, o procurador terá cometido, no total, 33 infrações graves. Foram casos de prescrições por falta de diligências processuais e também atrasos em processos, que para o CSMP são injustificáveis. Um dos casos mais graves diz mesmo respeito a um processo relativo a crimes de violação e violência doméstica.

Durante mais de três anos, a investigação esteve praticamente parada, sem que houvesse uma justificação para tal. "Revelou uma conduta de grave negligência e de dolo na tramitação dos inquéritos a seu cargo. Mostrou-se insensível, mesmo perante crimes de violação e violência doméstica, considerou o CSMP, no processo disciplinar instaurado ao procurador."
(In Correio da Manhã)

O autor deste blogue é leigo nesta matéria e pouco mais sabe de justiça do que qualquer outro cidadão comum. Mas acredita que o CSMP, no caso vertente, agiu em conformidade. Não deixa de ficar surpreendido, porém, com a catadupa de processos que prescrevem e que vêm a público quase todos os dias, onde estão envolvidos, na sua maioria , figuras influentes, tais como banqueiros, empresários, autarcas, políticos com ligações promíscuas e todos aqueles que apostaram na corrupção para enriquecerem à tripa forra.
 Parece haver um modus faciendi nestas prescrições. É que os processos do pé rapado não prescrevem. Este vai quase sempre dar com os costados na prisão. Aqueloutros, graças à sua influência ou ao dinheiro sujo, acabam por escapar às malhas da justiça. Porquê? Quando isto acontece impõe-se uma investigação exaustiva, sendo mesmo necessário o vasculho das contas bancárias (como alguém já referiu) do magistrado que deixou prescrever e dos beneficiários da prescrição.
A verdade deve ser apurada por todos os meios e a justiça levada até às últimas consequências para se moralizar e sanear "este sítio cada vez mais mal frequentado". Qualquer acção, seja ela de caracter corporativo, religioso, político, de seita ou partidário, que tenha como objectivo contrariar tal desiderato, só levará a que os portugueses acreditem cada vez menos na justiça e em quem tem o dever indeclinável de a exercer com o maior rigor e isenção.

terça-feira, 1 de abril de 2014

1º de Abril -Dia das mentiras



Hoje já fiz uma postagem cumprindo com o calendário e de acordo com o título acima. Mas há verdades que parecem mentira. Aqui está uma delas:

"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada."

(Recebido por e-mail)

Uma frase que ficou na história




"Só não há revolução porque não há revolucionários, razões há de sobra..."

Início do discurso de Salazar quando da sua tomada de posse como 1º ministro em 5 de Julho de 1932.

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