Faz hoje 121 anos que a Revolta de 31 de Janeiro, também chamada "revolta dos sargentos" rebentou no Porto com o objectivo de implantar a República.
Pesquisa feita na net
( A Guarda Municipal ataca os revoltosos entricheirados na C. Municipal do Porto)
Os republicanos de então tinham várias sensibilidades e ideias diferentes de como acabar com a Monarquia e substitui-la pelo regime republicano. Alguns republicanos eram mais radicais do que outros.
A revolta de 31 de Janeiro no Porto, também chamada "Revolta dos
Sargentos" falhou e estes, pese embora a sua coragem, foram deixados à sua má sorte, por várias razões
entre as quais avultava a intenção dos Republicanos de Lisboa secundarem os do
Porto e proclamarem a República na capital.
Sabemos que implantação da República era inevitável, mais cedo ou mais tarde.
Mas foi pena que a revolta do Porto tivesse falhado, porque se a sua implantação tivesse tido êxito, teria sido
desnecessária a morte do Rei D. Carlos I (regicídio) e do príncipe, Real, Luís
Filipe 17 anos mais tarde em Lisboa.
Quase todas as revoluções e mudanças de regime têm, ou acabam por ter, actos de
bravura e até heróicos, mas também accões excessivas e condenáveis. O que seria fundamental é que os
seus autores se apercebessem disso, para não irem mais longe do que o
necessário.
Os mentores da implantação da República Portuguesa não escaparam a esse dilema.



"A Portuguesa" foi composta em 1890, com letra de Henrique Lopes de Mendonça e música de Alfredo Keil, e foi utilizada desde cedo como símbolo patriótico mas também republicano. Aliás, em 31 de Janeiro de 1891, numa tentativa falhada de golpe de Estado, também conhecida pela revolta dos Sargentos, que pretendia implantar a república em Portugal, esta canção já aparecia como a opção dos republicanos para hino nacional,[1] o que aconteceu, efectivamente, quando, após a instauração da República a 5 de Outubro de 1910, a Assembleia Nacional Constituinte a consagrou como símbolo nacional em 19 de Junho de 1911. " - (Pesquisa na google)
Nota: clicar nas outras versões