"O governo de Passos Coelho decidiu entregar no final do ano passado ao
Departamento de Investigação e Acção Penal (DIAP) de Lisboa a
documentação do Conselho de Ministros relacionada com um decreto-lei
sobre as farmácias. Este processo legislativo esteve sob suspeita de
tráfico de influências no âmbito do processo Face Oculta, mas acabou por
ser arquivada a 30 de Setembro de 2010 pelo departamento liderado pela
procuradora-geral adjunta Maria José Morgado. A chegada dessa nova
documentação obrigou a 9.ª Secção do DIAP de Lisboa a avaliar a
reabertura da investigação." I on-line.
Ao lermos esta notícia e tudo o que com ela está relacionado, não podemos deixar de notar, mais uma vez, o aparecimento do nome de um ex-1º ministro (já chateia) investido recentemente em "delegado de propaganda médica."
Camões que cantou os feitos Lusitanos diria agora da nova diáspora:
"Os Varas e os Varões assinalados
do ocidental País agora infecto
em negócios de sangue ivestigados
fazendo da saúde um negócio abjecto...
Trafulhas até ao desatino
deixando ao país um triste destino!..."
quarta-feira, 6 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
A manifestação
Na manifestação de ontem foi bem claro o descontentamento do
povo. Os portugueses contestaram as políticas de austeridade deste Governo que
tem dizimado pensões e salários e posto em causa o Estado Social. Viram-se os
mais diversos cartazes a invectivarem os governantes e a troika. Viu-se desespero nos mais
novos e lágrimas no rosto dos mais velhos. Lágrimas que também são de raiva
contra um Governo que não encontra soluções razoáveis para vencer a crise e o
desemprego e que pouco mais tem sido do que o fiel mandatário dos interesses
alheios e do capitalismo desumano que, cinicamente, faz a apologia do “aguenta-aguenta”.
Os portugueses pediram a demissão do Governo, mas têm de
saber primeiro se existem forças políticas credíveis para inverter a actual situação
de crise. A democracia não se esgota nos partidos que andam há mais de 30 anos
a fazer o mesmo. O povo tem de recorrer à sua força anímica e capacidade para
traçar um novo rumo para um país melhor e mais justo. É importante perceber
isto de uma vez por todas. Mudar de moleiro, mas não mudar de ladrão, não vale
a pena. É o mesmo que continuar no caminho que certos poderes nos urdiram nos seus conciliábulos. E é disso, precisamente, que "salteadores diferentes", mas
iguais, estão à espera.
sábado, 2 de março de 2013
Dia de indignação
Portugal já tem cerca de um milhão e duzentos mil desempregados. É a terceira taxa de desemprego mais elevada da Europa. Muitos dos desempregados não têm subsídio de desemprego. A economia regride, os impostos aumentam e as condições sociais agravam-se de dia para dia. Estas são algumas das razões para haver hoje manifestações em quase todo o país no exercício legítimo do direito à indignação, aliás reconhecido por alguns próceres da República.
Grândola Vila Morena vai ser cantada por milhares de descontentes exprimindo a sua revolta contra as precárias condições de vida, a austeridade e contra aqueles que fazem de Portugal um protectorado estrangeiro. Hoje como no passado recente a história repete-se. Até quando?
Grândola Vila Morena vai ser cantada por milhares de descontentes exprimindo a sua revolta contra as precárias condições de vida, a austeridade e contra aqueles que fazem de Portugal um protectorado estrangeiro. Hoje como no passado recente a história repete-se. Até quando?
sexta-feira, 1 de março de 2013
A Solidariedade que falta cumprir
"A solidariedade é aquela voz inaudível de defesa no meio da gritaria estridente de acusações. É a manifestação eloquente, ainda que silenciosa, da presença solidificante na sustentação em meio aos fortes ventos de tempestade criados por articulações maléficas dos que só se solidarizam para fazer o mal, o que não é solidariedade, mas cumplicidade. Solidário é companheiro de voz. A solidariedade é espontânea. Vem por convicção e não por remorso." - Sérgio Freire.
E muito menos por imposição.
Vem isto a propósito da Taxa (tributária) Extraordinária de Solidariedade que foi imposta aos portugueses, por razões não devidamente esclarecidas até agora. Assim não pode ser chamada de Solidariedade. O País não está em guerra nem sofreu qualquer catástrofe natural que justifique mais este encargo que agrava a subida generalizada de impostos. Estamos em crise? Certamente. Há causas que se compreendem e que radicam na actual conjuntura Europeia, devida também a líderes de idoneidade duvidosa. Mas existem outras mais graves de origem doméstica e sabe-se bem quem são os seus autores. Que solidariedade é esta? Obrigarem-nos a ser solidários com políticas erradas, com os burlões do BPN e com o esbulho e incompetência de outros salafrários que puseram o País a pão e água?
Os portugueses querem, para não serem mais sacrificados e por um elementar direito de justiça, que se vá buscar o dinheiro onde está e que os culpados respondam e paguem pelos seus actos. Enquanto isso não for feito nenhum governo se consegue impor à consideração dos cidadãos. E se o exemplo vem de cima, nomeadamente por quem tem esse dever, esta é a solidariedade que falta cumprir.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013
A frase do dia
"Quem veio em socorro de Relvas talvez preferisse um país em coma induzido, que passasse pelas sua diatribes sem sobressalto cívico."
Santana Castilho in Público de hoje.
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013
"Lincoln" e os Óscares
"Daniel Day-Lewis bateu o recorde. Conseguiu o seu terceiro Óscar na categoria de Melhor Ator, algo inédito na história da Academia."
Era previsível a atribuição do terceiro Óscar ao actor Daniel Day-Lewis que, com uma interpretação magistral, reincarnou a figura de Abraham Lincoln, político norte-americano que foi o 16º presidente dos Estados Unidos.
Transcrevo um comentário recente que fiz no Delito de Opinião sobre o filme:
Vi hoje o filme (21 quinta-feira) e gostei. A interpretação do principal actor, Daniel Day-Lewis é muito boa. O que mais surpreende é a luta interior de Lincoln que sendo um homem de princípios deixa arrastar a guerra civil (Norte e Sul com interesses diferentes) utilizando meios duvidosos, para conseguir acabar com a escravatura nos primórdios dos EUA que era a sua obsessão. É o tão velho como criticado aforismo de que os fins justificam os meios ao qual cedem a maioria dos políticos. Por vezes nem os meios nem os fins se justificam o que faz da política uma desgraça. No caso vertente o que seria mais humano e importante? Lincoln acabar com a guerra sem mais delongas o que evitava mais uns milhares de mortos (a abolição da escravatura viria depois por acréscimo) ou deixá-la continuar "artificialmente" como fez para conseguir o seus designios?
Ver mais aqui.
domingo, 24 de fevereiro de 2013
sábado, 23 de fevereiro de 2013
Foi pior do que aquilo que se pensa
A contestação e o descontentamento continuam e não se sabe como isto vai acabar. Quem desvaloriza a situação está a fechar os olhos ao que é óbvio. As vaias a Relvas no ISCTE podem ser vistas neste vídeo:
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
O pensamento do dia
"Esta democracia é um jogo de azar combinado e tem cartas marcadas no baralho. Só tem dois ou três naipes com trunfos que servem para cortar os interesses dos portugueses. É preciso um jogo novo com homens e regras diferentes para salvá-la e, com ela, o que ainda puder ser salvo."
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013
Do passado, presente e futuro dos políticos
OPINIÃO
A crónica do deputado do PSD, Nuno Encarnação, intitulada “Políticos podem ter passado?, é expressão clara de uma das mais graves patologias da democracia portuguesa. O filho do ex-Presidente da Câmara enumera diversos “passados de políticos” criticados na esfera pública para concluir que um político “Tem direito a errar (…). Mas tem sempre uma mira apontada”. Sem o mínimo desplante, Nuno Encarnação não condena os políticos com um passado menos limpo, mas a justiça e os jornalistas que os denunciam.
Ora, o passado dos políticos deve ser escrutinado pelos eleitores e pelo poder judicial. Exigem-no a democracia, a responsabilidade e o respeito pela lei. E o passado dos políticos deve ser marcado pela competência demonstrada por formação ou trabalho, pela ética, e por um respeito absoluto pela coisa pública.
Tem razão quem denuncia um passado construído nas juventudes partidárias como a distorção perversa de um sistema que promove pessoas sem contacto com a realidade e sem competência para o exercício de funções políticas. É este sistema, onde os jotas aprendem a mover-se em redes de compadrios, que tem promovido muitos dos titulares de cargos políticos do PSD, CDS-PP e PS.
Para eles, é natural a rotação entre cargos públicos e grandes empresas privadas. Na verdade, trata-se de uma promiscuidade inaceitável com o poder económico que destrói a democracia e inclui crimes graves como a corrupção.
Há ainda a conversão dos partidos em dinastias com direitos sucessórios. Seria deputado Encarnação se não ostentasse esse apelido? Que competências tem? De que iniciativa legislativa se orgulha enquanto exerceu a função? Trabalhou em prol do distrito? Para Coimbra, Nuno Encarnação não tem passado nem presente. O futuro será garantido numa empresa privada, por pertencer a uma dinastia do PSD, à falta de diploma obtido a um domingo ou por equivalências numa universidade privada. Há, de facto, uma mira apontada sobre os políticos. E é assim que tem de ser, numa democracia digna desse nome.
Catarina Martins - Prof. universitária - Sacado daqui.
Pós-texto:
À parte a conotação política da docente universitária Catarina Martins, o seu articulado põe o dedo na ferida com muito rigor e verdade. À pergunta de Nuno Encarnação se "Políticos podem ter passado?" deve responder-se que sim, sem olhar às suas origens. Quando nos batem à porta não perguntamos quem foi, mas sim quem é.
O problema de alguns políticos é quererem assegurar o seu futuro por todos os meios e, com esse objectivo, não hesitarem pôr em causa o direito de igualdade e futuro da maioria dos cidadãos quando não o futuro do próprio País.
A crónica do deputado do PSD, Nuno Encarnação, intitulada “Políticos podem ter passado?, é expressão clara de uma das mais graves patologias da democracia portuguesa. O filho do ex-Presidente da Câmara enumera diversos “passados de políticos” criticados na esfera pública para concluir que um político “Tem direito a errar (…). Mas tem sempre uma mira apontada”. Sem o mínimo desplante, Nuno Encarnação não condena os políticos com um passado menos limpo, mas a justiça e os jornalistas que os denunciam.
Ora, o passado dos políticos deve ser escrutinado pelos eleitores e pelo poder judicial. Exigem-no a democracia, a responsabilidade e o respeito pela lei. E o passado dos políticos deve ser marcado pela competência demonstrada por formação ou trabalho, pela ética, e por um respeito absoluto pela coisa pública.
Tem razão quem denuncia um passado construído nas juventudes partidárias como a distorção perversa de um sistema que promove pessoas sem contacto com a realidade e sem competência para o exercício de funções políticas. É este sistema, onde os jotas aprendem a mover-se em redes de compadrios, que tem promovido muitos dos titulares de cargos políticos do PSD, CDS-PP e PS.
Para eles, é natural a rotação entre cargos públicos e grandes empresas privadas. Na verdade, trata-se de uma promiscuidade inaceitável com o poder económico que destrói a democracia e inclui crimes graves como a corrupção.
Há ainda a conversão dos partidos em dinastias com direitos sucessórios. Seria deputado Encarnação se não ostentasse esse apelido? Que competências tem? De que iniciativa legislativa se orgulha enquanto exerceu a função? Trabalhou em prol do distrito? Para Coimbra, Nuno Encarnação não tem passado nem presente. O futuro será garantido numa empresa privada, por pertencer a uma dinastia do PSD, à falta de diploma obtido a um domingo ou por equivalências numa universidade privada. Há, de facto, uma mira apontada sobre os políticos. E é assim que tem de ser, numa democracia digna desse nome.
Catarina Martins - Prof. universitária - Sacado daqui.
Pós-texto:
À parte a conotação política da docente universitária Catarina Martins, o seu articulado põe o dedo na ferida com muito rigor e verdade. À pergunta de Nuno Encarnação se "Políticos podem ter passado?" deve responder-se que sim, sem olhar às suas origens. Quando nos batem à porta não perguntamos quem foi, mas sim quem é.
O problema de alguns políticos é quererem assegurar o seu futuro por todos os meios e, com esse objectivo, não hesitarem pôr em causa o direito de igualdade e futuro da maioria dos cidadãos quando não o futuro do próprio País.
segunda-feira, 18 de fevereiro de 2013
A frase
"Da Alemanha à Suíça, do Brasil a Angola, milhares procuram o emprego
negado cá pela crise. Mas a emigração em massa, particularmente entre as
pessoas ativas mais jovens, sendo uma resposta lógica à depressão
económica acaba por ser uma certidão de óbito a prazo do País. Sem
sangue novo, Portugal vai ficar cada vez mais velho e mais pobre e com
menos energia para a retoma económica, cada vez mais sebastiânica."
Armando Esteves Pereira-in Correio da Manhã.
O vento já não "cala a desgraça" dos anos sessenta e as notícias do meu País estão bem à vista. É certo que a situação na altura era grave e alguma acção haveria de ser feita. E fez-se. Mas os chamados ventos da história de então, que nos arrastaram até aqui, deram origem a uma outra história parecida, mas mais funesta, porque a esperança morre dia a dia e alguns maus políticos, tal como qualquer cangalheiro, parecem apostados em passar a certidão de óbito do País que agoniza no caos da incompetência e dos interesses alheios.
Adenda:
No fim do texto ficaria melhor "certidão de óbito da Pátria". Mas podem ler aqui alguém que soube desenvolver um tema parecido.
Armando Esteves Pereira-in Correio da Manhã.
O vento já não "cala a desgraça" dos anos sessenta e as notícias do meu País estão bem à vista. É certo que a situação na altura era grave e alguma acção haveria de ser feita. E fez-se. Mas os chamados ventos da história de então, que nos arrastaram até aqui, deram origem a uma outra história parecida, mas mais funesta, porque a esperança morre dia a dia e alguns maus políticos, tal como qualquer cangalheiro, parecem apostados em passar a certidão de óbito do País que agoniza no caos da incompetência e dos interesses alheios.
Adenda:
No fim do texto ficaria melhor "certidão de óbito da Pátria". Mas podem ler aqui alguém que soube desenvolver um tema parecido.
domingo, 17 de fevereiro de 2013
Iniciativa inédita nos HUC
"Quem ontem se preparava para visitar familiares ou amigos internados nos Hospitais da Universidade de Coimbra, foi surpreendido com uma coreografia interpretada por mais de 50 enfermeiros numa iniciativa integrada no Dia Europeu dos Enfermeiros Perioperatórios."
Ler mais aqui.
Ler mais aqui.
sábado, 16 de fevereiro de 2013
Razia na Função Pública
“Segundo o Correio da Manhã de hoje a Função Pública perde
28 mil trabalhadores o que é mais do dobro dos funcionários públicos que a
troika exigia. Mais de metade das saídas foram professores, seguindo-se militares
e forças de segurança.”
O aumento generalizado dos impostos, cortes nas pensões e a sanha persecutória
em curso contra a Função Pública, que excede em muito as indicações da troika,
e outras medidas avulsas que estão a pôr em causa o Estado Social, radicam no plano
"secreto" do Governo que está a ensaiar o menu “láparo com laranja” que foi
anunciado nos media com o eufemismo anacrónico de “refundação do Estado”. Mas o
prato é tão indigesto que está a provocar o emagrecimento geral do
povo que já não tem barriga sequer para segurar as calças.
O SNS, também já ele contagiado pelo vírus da refundação, é
ineficaz para combater o surto epidémico que tem a seu favor as forças pseudodemocráticas
do neoliberalismo e do aguenta, aguenta!...
A Música e a Alma
Mozart e Richard Clayderman complementam-se com esta maravilhosa música - Elvira Madigan.
Elvira Madigan era o nome artístico da bailarina dinamarquesa, Hedvig Jensen, nascida em 1867, cuja história tem um final bastante triste.
Elvira Madigan era o nome artístico da bailarina dinamarquesa, Hedvig Jensen, nascida em 1867, cuja história tem um final bastante triste.
sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013
Que se lixe a Tróika
Intervenção popular organizada pelo movimento "Que se lixe a Tróika" em protesto na AR.
Esta foi uma intervenção com mais impacto e elevação do que aquela de muito mau gosto que foi proferida aqui por FJV e que o Sr.Ministro Relvas disse respeitar denotando também falta de chá e de sentido de Estado.
Esta foi uma intervenção com mais impacto e elevação do que aquela de muito mau gosto que foi proferida aqui por FJV e que o Sr.Ministro Relvas disse respeitar denotando também falta de chá e de sentido de Estado.
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Acusado de mentir à Justiça
"Ministério Público não tem dúvidas de que o ex-ministro mentiu sobre contactos com Manuel Godinho, o sucateiro de Ovar."
Se ele falasse verdade é que era para admirar.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Os Reis e os 700 foliões
"À segunda tentativa, o Carnaval Buarcos/Figueira 2013 desfilou enfim, ontem, na avenida do Brasil.
A chuva, que ainda ameaçou a festa, no início do desfile, acabou por passar ao largo da Figueira da Foz, redimindo-se do cancelamento de domingo e abrindo caminho aos 700 foliões que formavam o séquito dos reis David Carreira e Ana Oliveira. A assistência, aplaudiu suas majestades e a restante corte."
In Diário das Beiras
Foto: Pedro Agostinho Cruz
Pós-texto: ver mais fotos aqui
terça-feira, 12 de fevereiro de 2013
Continuação do Carnaval
Hoje, terça-feira, continuam as celebrações do Carnaval." Pelo menos 196 câmaras das 308 do país decidiram dar o dia ou meio dia aos respectivos funcionários, segundo dados obtidos pela Lusa."
Na Figueira haverá a segunda edição do desfile Carnavalesco de Domingo que não atingiu o brilho de anos anteriores devido ao mau tempo que fustigou carros alegóricos e sambistas. As Escolas de Samba que não existiam sequer como hoje, nos primórdios do Carnaval Brasileiro, fazem agora parte do Carnaval português fazendo deste, em muitos locais e ao arrepio da tradição portuguesa do Entrudo, um espectáculo luso/brasileiro pouco natural ou de gosto duvidoso.
No vídeo abaixo pode ver-se como era o Carnaval no Rio de Janeiro em 1955. Pós texto: Neste vídeo pode ver-se ainda o Carnaval de 2012 e de anos anteriores
Na Figueira haverá a segunda edição do desfile Carnavalesco de Domingo que não atingiu o brilho de anos anteriores devido ao mau tempo que fustigou carros alegóricos e sambistas. As Escolas de Samba que não existiam sequer como hoje, nos primórdios do Carnaval Brasileiro, fazem agora parte do Carnaval português fazendo deste, em muitos locais e ao arrepio da tradição portuguesa do Entrudo, um espectáculo luso/brasileiro pouco natural ou de gosto duvidoso.
No vídeo abaixo pode ver-se como era o Carnaval no Rio de Janeiro em 1955. Pós texto: Neste vídeo pode ver-se ainda o Carnaval de 2012 e de anos anteriores
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
Carnaval e TVI na FIGUEIRA
Estes "bonecos" já não entusiasmam ninguém
O tempo não estava famoso e acabei por não assistir ao corso carnavalesco.
O S. Pedro de sobrolho franzido afastou os menos afoitos, mas com chapéus de chuva e impermeáveis ainda se viu bastante gente na Avenida do Brasil a assistir ao desfile.
Passei por perto, dei uma volta pela marginal oceânica. Porém, eu e a minha cara-metade, não tivemos coragem para sair do carro. Regressámos a casa, enfiámos as pantufas e vimos o espectáculo na TVI.
Vejam o DVD com a Carla Ribeiro, David Ripado e a Filipa Ruas que deram show e conseguiram animar visitantes e pessoal cá do burgo.
Foto: O Palhetas na Foz
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